A argumentação não tem função
Dados Bibliográficos
| ID | 3855499 |
|---|---|
| Autores | Jean Goodwin (0000-0002-4158-5864, Iowa State University, autor correspondente) |
| Ano | 2009 |
| Volume | 16 |
| Páginas | 123-144 |
| Data de publicação | 2009-12-31 |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Comunicação e Sociedade (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1645-2089 • E-ISSN: 2183-3575 |
| Editora | University of Minho (PUBLISHER • PT) |
| DOI | 10.17231/comsoc.16(2009).1034 |
| OpenAlex | W1590016432 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 1 |
| Referências citadas | 7 |
Douglas Walton tem tido razão em chamar-nos a atenção para os aspectos pragmáticos da argumentação. Contudo, insistiu também que as argumentações devem ser compreendidas e avaliadas considerando a função que desempenham; e, disto, discordo. As argumentações não têm uma função determinável no sentido proposto por Walton e, mesmo que tivessem, não poderíamos fundar as normas da prática argumentativa nessa função. Como alternativa a uma teoria funcional da pragmática argumentativa, proponho uma perspectiva design, a qual se concentra na forma como os participantes estrategicamente subsumem e impõem normas sobre eles próprios de modo a conferirem força aos seus argumentos
Humanities · Education and Digital Technologies · Linguistics and Education Research · Philosophy
| Citações por ano | 0,17 |
|---|---|
| Intervalo de citações | 2020 - 2020 (1) |
| Altamente citado | Não |