O não realismo cético de David Hume
Dados Bibliográficos
| ID | 3900170 |
|---|---|
| Autores | Camila Sousa Ferreira (0000-0001-7968-9063, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, autor correspondente), Carlota Salgadinho Ferreira |
| Ano | 2020 |
| Volume | 16 |
| Fascículo | 3 |
| Data de publicação | 2020-02-04 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | DoisPontos (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Editora | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v16i3.65375 |
| OpenAlex | W3005741094 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 4 |
Os proponentes do realismo cético como interpretação da teoria causal de Hume sugerem que o filósofo mantinha uma crença na existência da causalidade como propriedade intrínseca aos objetos de conhecimento e, ao mesmo tempo, a impossibilidade de obter tal conhecimento. Porém, existem escassos argumentos a favor da justificação daquela crença. No presente artigo, a minha intenção é i) introduzir brevemente a interpretação do realismo cético, para explicar a pertinência da questão discutida; ii) descrever um destes argumentos - apresentado por J. Wright e aparentemente seguido por J. Broughton; iii) com base num problema que apontarei ao mesmo, defender que a crença na existência da causalidade como propriedade intrínseca aos objetos de conhecimento é anterior ao plano da justificação de crenças acerca de relações causais concretas e independente do mesmo. A partir disto, concluo que Hume o filósofo não pode ser encarado como defensor do realismo causal
Epistemology · Humanities · Philosophy · Philosophy and History of Science · Pragmatism in Philosophy and Education
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |