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Tradução, Promessa E Dívida Com Jacques Derrida

Bibliographic Data

ID16919273
AuthorsJosé Pedro De Carvalho Neto (0000-0001-5130-3317, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia), Edgardo Pires Ferreira (0000-0001-5513-9366, Universidade Estadual de Santa Cruz)
Year2023
Volume62
Issue2
Pages363-375
Publication date2023-05-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueTrabalhos em Linguística Aplicada (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0103-1813 • E-ISSN: 2175-764X
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/01031813v62220238669308
OpenAlexW4380482120
SciELOS0103-18132023000200363
LanguagePT

Neste artigo está em julgamento a lei da tradução. A nossa linha de defesa se baseia em dois textos: O que é uma tradução relevante? (DERRIDA, 2000) e O mercador de Veneza (SHAKESPEARE, 2013, 2018). Tudo na peça de Shakespeare se deixa traduzir como questões de tradução, como, por exemplo, os temas do juramento, da economia e da equidade. Isso se esse texto for interpretado pela lei de Derrida (2000). Ao acarear as duas partes, no primeiro ato, expomos a cena [jurídica] da tradução, explorando as metáforas e contratos realizados na obra de Shakespeare. No segundo ato, comprometemos nossa apreciação do caso ao reencenar, ou melhor, traduzir, de forma econômica, O mercador de Veneza. Representamos, nesse momento, a própria lei da tradução. Já no terceiro ato, esmiuçamos os aspectos intrínsecos a essa lei e seu ponto de ruína. Por todo o exposto, sentenciamos que a promessa de toda tradução resulta em dívida, que não pode ser quitada por isonomia. E ainda assim, triunfa

Art · Humanities · Law in Society and Culture · Philosophy

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