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A perspectiva do inglês como língua franca como agente de decolonialidade no Ensino de Língua Inglesa

Bibliographic Data

ID21712975
AuthorsPolyanna Castro Rocha Alves (0000-0003-3564-7413, Universidade Federal da Bahia), Domingos Sávio Pimentel Siqueira (0000-0003-4187-4997, Universidade Federal da Bahia)
Year2020
Volume21
Issue2
Pages169-181
Publication date2020-12-23
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueA Cor das Letras (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1415-8973 • E-ISSN: 2594-9675
PublisherUniversidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR)
DOI10.13102/cl.v21i2.5072
OpenAlexW3194061472
LanguagePT
Citations received2
References cited4

Mesmo em face da mundialidade do inglês, em que as interações em Língua Inglesa (LI) ocorrem, predominantemente, entre falantes em contextos multilíngues e multiculturais, o ensino e a aprendizagem do idioma têm seguido a lógica da colonialidade que consiste em produzir, organizar e distribuir conhecimento sob os termos e condições estabelecidos pelas forças hegemônicas. A partir desse cenário, o presente artigo pretende refletir sobre a perspectiva do Inglês como Língua Franca (ILF) como uma forma de transgredir as práticas colonialistas nas aulas de LI, uma vez que as antigas condições de relevância e adequação do ensino de Inglês como Língua Estrangeira (ILE) não mais se aplicam aos modelos pedagógicos que satisfaçam às tendências da pós-modernidade. Para tanto, para servir de base teórica, utilizamos autores como Sousa Santos (2007, 2008, 2016), Mignolo (2006a, 2006b), Castro-Goméz e Grosfoguel (2007), Walsh (2009), para expor os principais conceitos do novo paradigma epistemológico que põe em xeque a visão dominante da ciência moderna. Para estabelecer uma contraposição entre os princípios do ILF e do ILE, embasamo-nos em autores como Seidlhofer (2011), Jenkins, Cogo e Dewey (2011), Graddol (2006), além de autores que discutem as limitações dos testes de proficiência em LI como Jenkins e Leung (2016), Hall (2014), dentre outros. O texto desafia a pensar no ensino, aprendizagem e testes de proficiência em LI a partir de teorizações e rupturas epistemológicas que tendem a favorecer o enfrentamento das forças do colonialismo que continuam reverberando nas aulas de inglês

Humanities · Sociology · Literature, Culture, and Criticism · Multilingual Education and Policy · Philosophy · Race, Identity, and Education in Brazil

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