Construção de uma edificação em terreno próprio do cônjuge – breve comentário jurisprudencial (o caso português)
Bibliographic Data
| ID | 21731505 |
|---|---|
| Authors | Marta Filipa Geraldes Falcão (0000-0003-2152-0358, Polytechnic Institute of Castelo Branco), Rui Luís (0000-0003-4857-6511, Polytechnic Institute of Castelo Branco) |
| Year | 2026 |
| Volume | 18 |
| Issue | 2 |
| Pages | 129-149 |
| Publication date | 2026-02-20 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | REVISTA QUAESTIO IURIS (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1516-0351 • E-ISSN: 1807-8389 |
| Publisher | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.12957/rqi.2025.89063 |
| OpenAlex | W7131647139 |
| Language | PT |
Este artigo tem como objetivo principal analisar a jurisprudência portuguesa e as diferentes soluções perfilhadas acerca da titularidade do bem quando, na constância do matrimónio, se constrói edificação em terreno próprio do outro cônjuge. Para o efeito são, entre outros, considerados fundamentalmente os seguintes acórdãos: Supremo Tribunal de Justiça de 30/04/2019; Tribunal da Relação de Lisboa de 8/06/2010; Tribunal da Relação de Guimarães, de 30/06/2022; Tribunal da Relação de Évora, de 25/03/2010; Tribunal da Relação do Porto, de 08/05/2023. Assim, amplamente, discute-se a aplicação do regime das benfeitorias, da acessão e da aplicação do regime matrimonial, mais concretamente do art. 1726o do CC. Atenta à especificidade da situação e ao impacto prático na vida do ex-casal, entendemos dever aplicar-se o regime do artigo 1726o, propondo, pois, que o legislador proceda a um juízo definitivo, através do aditamento de um número ao preceito legal que permita a sua indubitável adoção
Tribunal · Brazilian Legal Issues · Data Privacy and Cybersecurity · Family and Matrimonial Law
| Highly cited | No |
|---|