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O Remédio e a bula

A memória involuntária e o olfato em Cloro, de Alexandre Vidal Porto

Bibliographic Data

ID21811986
AuthorsJosé Luiz Cordeiro Dias Tavares (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Elizabeth Cardoso (0000-0002-8349-1620, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)
Year2021
Volume18
Issue1
Publication date2021-11-02
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Desenredo (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1808-656X • E-ISSN: 2236-5400
PublisherUPF Editora (PUBLISHER)
DOI10.5335/rdes.v18i1.13092
OpenAlexW4312921176
LanguagePT
References cited1

Este artigo propõe analisar o romance Cloro de Alexandre Vidal Porto tendo, como referência, o conceito de memória involuntária de Walter Benjamin assim como as reflexões de Gagnebin sobre o tema e contando, ainda, com o auxílio de algumas noções freudianas sobre a memória. O romance nos apresenta Constantino, personagem principal cuja existência é marcada por conflitos relacionados à sua sexualidade em relatos nos quais sobressaem diversos odores que pontuam sua história de vida por meio de lembranças que ocupam o centro da narrativa. PALAVRAS-CHAVE Cloro; Memória; Walter Benjamin; Sigmund Freud; Alexandre Vidal Porto

Art · Humanities · Literature · Romance · Chemistry · Literature, Culture, and Criticism · Memory, Trauma, and Testimony · Psychology and Mental Health

  • Lembrar Escrever Esquecer

    Open Access•Fabio Akcelrud Durão•Alea Estudos Neolatinos•2006

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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