Tratado da Imortalidade da Alma, de Mosseh Raphael de Aguilar
Um legado da comunidade sefardita de Amsterdã do século XVII
Bibliographic Data
| ID | 21852902 |
|---|---|
| Authors | Gabriel Steinberg (0000-0002-9742-009X, Centro Regional de Derechos Humanos y Justicia de Género, Corporación Humanas), Phablo Roberto Marchis Fachin (0000-0002-2283-3906, Centro Regional de Derechos Humanos y Justicia de Género, Corporación Humanas), Regina Jorge Villela Hauy (0000-0002-7067-8146) |
| Year | 2024 |
| Volume | 18 |
| Issue | 34 |
| Pages | 205-224 |
| Publication date | 2024-06-14 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Arquivo Maaravi Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1982-3053 • E-ISSN: 1982-3053 |
| Publisher | Universidade Federal de Minas Gerais - Pro-Reitoria de Pesquisa (PUBLISHER) |
| DOI | 10.35699/1982-3053.2024.51918 |
| OpenAlex | W4403517588 |
| Language | PT |
A comunidade judaica de Amsterdã nos séculos XVII e XVIII era formada em grande parte por portugueses e seus descendentes, que falavam e escreviam em português. A biblioteca Ets Haim, também em Amsterdã, mantém em seu acervo vários textos dessa comunidade e um deles é o Tratado da Imortalidade da Alma, do rabino Mosseh Raphael de Aguilar, em dois testemunhos. O estudo da tradição desse documento pretende fornecer, a filólogos, linguistas, pesquisadores de estudos judaicos e historiadores, importante material de análise e interpretação a respeito da língua portuguesa e de uma comunidade multicultural, como a de Amsterdã. A escolha dessa obra foi feita com o propósito de ampliar o conhecimento que se tem das características e da evolução da língua portuguesa na comunidade judaica em questão, além de inseri-la na tradição dos estudos históricos do português, os quaisnormalmente não mencionam o uso dessa língua fora dos territórios de Portugal, Brasil e demais colônias portuguesas
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |