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A origem de Baal

Bibliographic Data

ID21859398
AuthorsJosé Ademar Kaefer (0000-0003-1607-2810, Centro Universitário Metodista IPA, corresponding author)
Year2024
Volume16
Issue3
Pages395-408
Publication date2024-12-17
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Pistis Praxis (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1984-3755 • E-ISSN: 2175-1838
PublisherPontificia Universidade Catolica do Parana - PUCPR (PUBLISHER)
DOI10.7213/2175-1838.16.003.ds01
OpenAlexW4407809171
LanguageEN

A origem de Baal é complexa. A análise de artefatos arqueológicos e epigráficos aponta para a Alta Mesopotâmia, alinhado aos Deuses do “tempo”. Aponta, especificamente, para Alepo, a casa mãe do Deus Hadu. Desde Alepo, durante o Bronze Médio e Tardio, o culto a Hadu se expandiu para todo o Levante. Na Baixa Mesopotâmia sob a nomenclatura de Haddu, Hadda, Hadad, Addu e Adad. Na costa Siro-palestinense, em meados do segundo milênio AEC, Hadu é cultuado, inicialmente, com o epíteto “Baal”, Baal-Hadu. Mas, logo, o epíteto acabaria por substituir a divindade. Hadu passa a ser Baal. E dali, do norte da costa, especificamente de Ugarit, o culto ao “novo” Deus Baal se propaga rapidamente e vai recebendo novos “adendos”. Na Fenícia será cultuado como Baalsamen e Baal-Melkart; mais ao sul, em Ecron, como Baal-Zebub; no Egito, como Baal-Seth; em Siquém, como Baal-Berith; em Israel e Judá, como Baal

Physics · Archaeological and Geological Studies · Linguistics and Language Studies

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