Promessas como razões protegidas
Bibliographic Data
| ID | 21859708 |
|---|---|
| Authors | Andrea Faggion (0000-0003-4260-1771, Universidade Estadual de Londrina, corresponding author) |
| Year | 2026 |
| Volume | 17 |
| Issue | 2 |
| Pages | 266-281 |
| Publication date | 2026-03-02 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Argumentos - Revista de Filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1984-4247 • E-ISSN: 1984-4255 |
| Publisher | Universidade Federal do Ceará (UFC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.36517/arf.v17i2.95925 |
| OpenAlex | W7151519277 |
| Language | PT |
Joseph Raz nunca apresentou um argumento convincente para sustentar a tese de que promessas devem ser interpretadas como razões protegidas. Contudo, em um trabalho mais recente, ele estabeleceu a base necessária para esse argumento ao afirmar que a finalidade de prometer é oferecer ao promissário uma garantia normativa de que o ato prometido será praticado. Neste artigo, demonstro como uma concepção de promessas baseada no valor da garantia nos permite compreender o papel distintivo das razões para cumprir promessas como obrigações no raciocínio prático. Esse papel distintivo é precisamente o de uma razão de primeira ordem protegida por uma razão excludente. Ao analisar a função das promessas como fornecedoras de garantia normativa, podemos também enfrentar e resolver objeções conhecidas à consistência da própria noção de razão protegida
Brazilian Legal Issues · Comparative International Legal Studies · Philosophical Ethics and Theory
| Highly cited | No |
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