Andrea Faggion
Biographic Data
| ID | 1012179 |
|---|---|
| NAME | Andrea Faggion |
| GIVEN NAMES | Andrea |
| FAMILY NAME | Faggion |
| SIGNATURE | FAGGION A |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual de Londrina |
| ORCID | 0000-0003-4260-1771 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 12 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 11 |
| WORKS AS EDITOR | 1 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2007 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 1 |
Promessas como razões protegidas
Joseph Raz nunca apresentou um argumento convincente para sustentar a tese de que promessas devem ser interpretadas como razões protegidas. Contudo, em um trabalho mais recente, ele estabeleceu a base necessária para esse argumento ao afirmar que a finalidade de prometer é oferecer ao promissário uma garantia normativa de que o ato prometido será praticado. Neste artigo, demonstro como uma concepção de promessas baseada no valor da garantia nos p…
John Rawls Refutou o Intuicionismo
Em Uma Teoria da Justiça, John Rawls explicou o intuicionismo como a doutrina que professa o pluralismo irredutível de princípios morais, princípios estes cujos conflitos não poderiam ser resolvidos de maneira principiológica. Segundo Rawls, não se pode oferecer um argumento abstrato que prove que o pluralismo moral é falso. Mas seria possível mostrarmos aquilo que o intuicionista nega existir: o princípio moral mais fundamental, que sistematiza …
Are there exclusionary reasons? An inquiry on a third kind of exclusionary reasons
Joseph Raz became well-known for his concept of exclusionary reasons, which he applied in the analysis of various practical concepts, such as decisions, rules and obligations. However, the scholarly literature displays a high degree of skepticism regarding the existence of exclusionary reasons and even the coherence of the concept itself. Throughout his work, Raz consistently focused on two types of exclusionary reasons: directly motivational rea…
Positivismo normativo e o debate que importa
Eu argumento que o debate conceitual em torno da tese positivista da separabilidade entre direito e moralidade não tem relevância prática ou teórica, na medida em que, primeiro, as consequências morais benéficas que alguns positivistas julgaram decorrer da adoção da tese da separabilidade podem decorrer plausivelmente da mesma forma de sua rejeição e, segundo, os dados disponíveis para a análise do teórico do direito se coadunam tanto com o conce…
The Obligation to Obey the Law in the Light of the Debate Between Finnis and Raz
The recent debate between John Finnis and Joseph Raz on the existence of a general prima facie moral obligation to obey positive laws is a major contribution to a classical topic in legal and political philosophy. In this paper, I argue that Raz’s normal justification thesis and Finnis’s doctrine of “determinatio,” inherited from Aquinas, complement each other, shedding light on how norms grounded in social facts can give rise to particular moral…
Pressupostos metaéticos do anarquismo filosófico
Como uma tese positiva, o anarquismo filosófico alega que a autoridade política é inconsistente com a racionalidade prática, na medida em que a melhor análise mostra que diretivas emitidas por autoridades são razões independentes de conteúdo. O objetivo deste artigo é esclarecer os pressupostos metaéticos por trás dessa alegação. Uma vez que anarquistas filosóficos rejeitam como irracional a possibilidade de que um agente possa seguir razões inde…
Law and Moral Justification
Many prominent legal philosophers believe that law makes some type of moral claim in virtue of its nature. Although the law is not an intelligent agent, the attribution of a claim to law does not need to be as mysterious as some theorists believe. It means that law-making and law- applying acts are intelligible only in the light of a certain presupposition, even if a lawmaker or a law-applier subjectively disbelieves the content of that presuppos…
Kant and Social Policies
Kantian Right and Poverty Relief
I have two goals in this paper. First, I want to determine whether Kant’s justification for state programs for poverty relief in The Doctrine of Right is based on 1) Kantian duties of virtue, 2) Kantian duties of right, or instead merely on 3) instrumental arguments regarding the preservation of a State as such. I claim that the last alternative is the correct one. Second, I will argue, against Kant himself, that even his merely instrumental argu…
Refutação do Argumento Ontológico, ou Filosofia Crítica versus Filosofia Dogmática
Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant não teria provado que a existência não poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant não teria provado que…
O conceito de objeto transcendental na Dedução A
Pretendo defender a compatibilidade da concepção de objeto desenvolvida na Dedução Transcendental das categorias do entendimento da primeira edição da Crítica da Razão Pura com as demandas da filosofia crítica, ainda que pese em contrário o uso da expressão "objeto transcendental" por parte de Kant. Sugiro que o uso de tal expressão guarde justamente uma transição entre o conceito de objeto como coisa em si e o novo conceito de objeto do conhecim…
Dedução transcendental e esquematismo transcendental
a possibilidade de que um objeto em sentido
Law and Moral Justification
Many prominent legal philosophers believe that law makes some type of moral claim in virtue of its nature. Although the law is not an intelligent agent, the attribution of a claim to law does not need to be as mysterious as some theorists believe. It means that law-making and law- applying acts are intelligible only in the light of a certain presupposition, even if a lawmaker or a law-applier subjectively disbelieves the content of that presuppos…
Dedução transcendental e esquematismo transcendental
a possibilidade de que um objeto em sentido
O conceito de objeto transcendental na Dedução A
Pretendo defender a compatibilidade da concepção de objeto desenvolvida na Dedução Transcendental das categorias do entendimento da primeira edição da Crítica da Razão Pura com as demandas da filosofia crítica, ainda que pese em contrário o uso da expressão "objeto transcendental" por parte de Kant. Sugiro que o uso de tal expressão guarde justamente uma transição entre o conceito de objeto como coisa em si e o novo conceito de objeto do conhecim…
Refutação do Argumento Ontológico, ou Filosofia Crítica versus Filosofia Dogmática
Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant não teria provado que a existência não poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant não teria provado que…
Kantian Right and Poverty Relief
I have two goals in this paper. First, I want to determine whether Kant’s justification for state programs for poverty relief in The Doctrine of Right is based on 1) Kantian duties of virtue, 2) Kantian duties of right, or instead merely on 3) instrumental arguments regarding the preservation of a State as such. I claim that the last alternative is the correct one. Second, I will argue, against Kant himself, that even his merely instrumental argu…
Kant and Social Policies
Pressupostos metaéticos do anarquismo filosófico
Como uma tese positiva, o anarquismo filosófico alega que a autoridade política é inconsistente com a racionalidade prática, na medida em que a melhor análise mostra que diretivas emitidas por autoridades são razões independentes de conteúdo. O objetivo deste artigo é esclarecer os pressupostos metaéticos por trás dessa alegação. Uma vez que anarquistas filosóficos rejeitam como irracional a possibilidade de que um agente possa seguir razões inde…
Law and Moral Justification
Many prominent legal philosophers believe that law makes some type of moral claim in virtue of its nature. Although the law is not an intelligent agent, the attribution of a claim to law does not need to be as mysterious as some theorists believe. It means that law-making and law- applying acts are intelligible only in the light of a certain presupposition, even if a lawmaker or a law-applier subjectively disbelieves the content of that presuppos…
The Obligation to Obey the Law in the Light of the Debate Between Finnis and Raz
The recent debate between John Finnis and Joseph Raz on the existence of a general prima facie moral obligation to obey positive laws is a major contribution to a classical topic in legal and political philosophy. In this paper, I argue that Raz’s normal justification thesis and Finnis’s doctrine of “determinatio,” inherited from Aquinas, complement each other, shedding light on how norms grounded in social facts can give rise to particular moral…
Positivismo normativo e o debate que importa
Eu argumento que o debate conceitual em torno da tese positivista da separabilidade entre direito e moralidade não tem relevância prática ou teórica, na medida em que, primeiro, as consequências morais benéficas que alguns positivistas julgaram decorrer da adoção da tese da separabilidade podem decorrer plausivelmente da mesma forma de sua rejeição e, segundo, os dados disponíveis para a análise do teórico do direito se coadunam tanto com o conce…
John Rawls Refutou o Intuicionismo
Em Uma Teoria da Justiça, John Rawls explicou o intuicionismo como a doutrina que professa o pluralismo irredutível de princípios morais, princípios estes cujos conflitos não poderiam ser resolvidos de maneira principiológica. Segundo Rawls, não se pode oferecer um argumento abstrato que prove que o pluralismo moral é falso. Mas seria possível mostrarmos aquilo que o intuicionista nega existir: o princípio moral mais fundamental, que sistematiza …
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Joseph Raz nunca apresentou um argumento convincente para sustentar a tese de que promessas devem ser interpretadas como razões protegidas. Contudo, em um trabalho mais recente, ele estabeleceu a base necessária para esse argumento ao afirmar que a finalidade de prometer é oferecer ao promissário uma garantia normativa de que o ato prometido será praticado. Neste artigo, demonstro como uma concepção de promessas baseada no valor da garantia nos p…
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