Na perspectiva de Schopenhauer, pode o aborto ser considerado injusto
Bibliographic Data
| ID | 22016254 |
|---|---|
| Authors | Antonio Alves Pereira (0000-0001-9284-0864, Universidade Estadual de Londrina, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 15 |
| Issue | 1 |
| Pages | e88225 |
| Publication date | 2024-10-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Voluntas Revista Internacional de Filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2179-3786 • E-ISSN: 1573-7888 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/2179378688225 |
| OpenAlex | W4408405606 |
| Language | PT |
| References cited | 7 |
O papel do corpo na filosofia schopenhaueriana é fundamental para a compreensão da vontade. Para Schopenhauer, o corpo é a vontade tornada visível via objetidade da vontade: isso é tão importante que se trata da verdade filosófica por excelência (κατ’ ἐξοκἡν), conforme as palavras do próprio filósofo. Sendo assim, a pergunta que se quer responder é a seguinte: como Schopenhauer entenderia o corpo do feto humano em relação ao aborto? Para tal, este artigo pretende expor as diferentes formas de concepção de gravidez na intenção de refletir sobre a violação da vontade alheia à luz da concepção de injustiça de Schopenhauer (§ 62 de O mundo). Também serão feitas outras considerações levando em conta a sexta rubrica de injustiça, exposta exclusivamente nas preleções berlinenses, isto é, aquela que diz respeito à violação das obrigações derivadas das relações sexuais
Philosophy · Philosophy, Ethics, and Existentialism · Psychology and Mental Health · Schopenhauer and Stefan Zweig
| Highly cited | No |
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