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A importância de se chamar Ferreira de Castro… a repressão no Estado Novo e a oposição dos “intelectuais”

Bibliographic Data

ID22018701
AuthorsLuís Reis Torgal (0000-0002-7201-3834, University of Coimbra, corresponding author)
Year2020
Volume10
Pages747-770
Publication date2020-09-28
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista de estudos literários (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2183-847X • E-ISSN: 2183-847X
PublisherCoimbra University Press (PUBLISHER • PT)
DOI10.14195/2183-847x_10_38
OpenAlexW3091135627
LanguagePT

O “Estado Novo”, vulgarmente chamado “fascismo à portuguesa”, sistema corporativo com ideologia única e com “partido único”, teve a sua polícia política que foi tratando os diversos casos em função da ideologia de cada um, do estrato social a que pertencia ou da sua importância pessoal. Os “intelectuais”, na sua grande maioria, exerceram desde sempre uma acção de oposição em defesa da liberdade, tendo sido, porém, objecto de repressão diferente, por exemplo, conforme eram simplesmente liberais ou comunistas, de acordo com as críticas que faziam ao regime ou a sua importância literária. Ferreira de Castro era um escritor consagrado nacional e internacionalmente. Assim, olhando o seu processo, verifica-se que, apesar de ter participado em quase todas as acções pacíficas contra o Estado Novo (que iam sendo descritas e vigiadas pela polícia), não foi vítima de uma repressão demasiado violenta, como a prisão, a tortura ou a perda de direitos políticos

Humanities · Political science · Historical Education and Society · History, Culture, and Society · Philosophy

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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