Luís Reis Torgal
Biographic Data
| ID | 1558882 |
|---|---|
| NAME | Luís Reis Torgal |
| GIVEN NAMES | Luís Reis |
| FAMILY NAME | Torgal |
| SIGNATURE | TORGAL L R |
| AFFILIATIONS | University of Coimbra |
| ORCID | 0000-0002-7201-3834 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 40 |
| TOTAL CITATIONS | 18 |
| AUTHOR COUNT | 40 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1977 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2021 |
| H-INDEX | 2 |
Como se conta a História em tempo de “globalização” A propósito da História global de Portugal
como processo forte, no domnio da metodologia, o estudo das conexes. Pensa tambm, neste mbito, que ultrapassa as "Histrias Paralelas" e as "Histrias Comparadas". Igualmente
Morreu o meu Último Professor: Homenagem a António de Oliveira
Não tenho do meu curso de História, na época de 1960 a 1966, ano em que defendi a tese de licenciatura, uma imagem essencialmente positiva, conforme já o disse num livro, História... Que História?, publicado pela editora Temas e Debates em 2015. A nossa ciência era então vista de uma forma “narrativista” e “acontecimental”. As cadeiras que estimulavam a minha reflexão crítica —aprendida no liceu com Alberto Martins de Carvalho — fui buscá-las par…
A importância de se chamar Ferreira de Castro… a repressão no Estado Novo e a oposição dos “intelectuais”
O “Estado Novo”, vulgarmente chamado “fascismo à portuguesa”, sistema corporativo com ideologia única e com “partido único”, teve a sua polícia política que foi tratando os diversos casos em função da ideologia de cada um, do estrato social a que pertencia ou da sua importância pessoal. Os “intelectuais”, na sua grande maioria, exerceram desde sempre uma acção de oposição em defesa da liberdade, tendo sido, porém, objecto de repressão diferente, …
Nota de Apresentação
https://doi.org/10.14195/2183-8925_37
Portugal e a ideia de «Europa» de Salazar à crise de uma «grande ilusão»
Acerca de Silva Dias no seu centenário: Evocação em jeito de História e de memória
Evocar um autor pode supor uma análise histórica objetiva e um recurso à memória, ou seja, ao testemunho pessoal do autor. Foi isso que se pretendeu fazer, ao escrever este artigo sobre José Sebastião da Silva Dias. Assim, analisou-se Silva Dias como ideólogo, que foi passando de uma perspetiva católica e integralista, com um lastro social, para uma perspetiva socialista democrática. Mas também se tentou mostrar que Silva Dias chegou a essa ideol…
História e ensino da história. Que história e que ensino
O presente artigo, elaborado para conferência de encerramento do XV Encontro Regional de História da ANPUH-RJ – “Ofício do Historiador: Ensino e Pesquisa” –, ocorrido em 2012, aborda a História da História, demarcando o entendimento da História como Ciência, numa preocupação em delimitar os problemas oriundos dos campos da pesquisa e do ensino nos dias atuais, com ênfase especial para a atuação do profissional de história no cenário português. Sã…
[Recensão a] Filipe Ribeiro de Meneses - Salazar. Uma biografia política
Ensaio sobre o mundo da arte e a sua relação com a crítica institucional
Estados novos, estado novo: Ensaios de história política e cultural vol. I
Comunidades imaginadas: Nação e nacionalismos em África
Estados autoritários e totalitários e suas representações: Propaganda, ideologia, historiografia e memória
Marcello Caetano antes do marcelismo
Normalmente se enjuicia el marcelismo como un fenómeno aislado, lo que lleva a considerar a ese período de cerca de seis años (1968-1974) en que presidió el Gobierno como el de una «renovación en la continuidad», o incluso como el de una «liberalización bloqueada». Sin embargo, para entenderse debidamente el marcelismo es necesario conocer a Marcelo Caetano y su evolución. Esa indagación nos llevaría a preguntarnos si el Marcelo Caetano del «Esta…
Estado Novo: República corporativa
Res_por:Ao contrario do Fascismo italiano, o sistema politico portugues chamado Estado projectado e construido por Oliveira Salazar, com a colaboracao de elite de formacao e tendencias politicas diversas, numa logica de convergencia, de terceira via, social e nacionalista, foi Republica. A Constituicao de 1933 considerava, na verdade, o regime como uma Republica unitaria e corporativa (artigo 5.°). Mas, que tipo de corporativismo era esse, na rea…
Arquivos políticos” e história do século XX
"Duas "Verdades: Salazar e Afonso Costa
Imprensa da Universidade de Coimbra: Uma história dentro da história
O contexto político da extinção da Imprensa da Universidade pelo Estado Novo
a autonomia pedaggica que lhes fora concedida pela Constituio Universitria, de 19 de Abril de 19 I I, ampliada pelo Estatuto Universitrio, de 6 de Junho de 19 18. Dizia o art. 2. 0 do referido decreto: "No prazo mximo de quinze dias, a contar da publicao deste decreto, reuniro as assembleias gerais das universidades para a eleio
Os católicos e a universidade no Estado Novo de Salazar: Situação" E "Oposição
"Literatura oficial" no Estado Novo: Os prémios literários do SPN/SNI
"Estado Novo" em Portugal: Ensaio De Reflexão Sobre Seu Significado
Salazarismo, Europa e América
Cinema e propaganda no Estado Novo: "A "Conversão Dos Descrentes
Salazarismo, Alemanha e Europa: Discursos políticos e culturais
Quid Petis: Os "Doutoramentos" na Universidade de Coimbra
Estados novos, estado novo: Ensaios de história política e cultural vol. I
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Normalmente se enjuicia el marcelismo como un fenómeno aislado, lo que lleva a considerar a ese período de cerca de seis años (1968-1974) en que presidió el Gobierno como el de una «renovación en la continuidad», o incluso como el de una «liberalización bloqueada». Sin embargo, para entenderse debidamente el marcelismo es necesario conocer a Marcelo Caetano y su evolución. Esa indagación nos llevaría a preguntarnos si el Marcelo Caetano del «Esta…
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O presente artigo, elaborado para conferência de encerramento do XV Encontro Regional de História da ANPUH-RJ – “Ofício do Historiador: Ensino e Pesquisa” –, ocorrido em 2012, aborda a História da História, demarcando o entendimento da História como Ciência, numa preocupação em delimitar os problemas oriundos dos campos da pesquisa e do ensino nos dias atuais, com ênfase especial para a atuação do profissional de história no cenário português. Sã…
Quid Petis: Os "Doutoramentos" na Universidade de Coimbra
[Recensão a] Jacques Godechot, La Contre-Révolution, 1789-1804
[Recensão a] Jean-Marc Pelorson—Les «Letrados» juristes castillans sous Philippe Hl. Recherches sur leur place dans la société, la culture et l’État
"Acerca do significado sociopolítico da "Revolução de 1640
[Recensão a] O último Regimento e o Regimento da Economia da Inquisição de Goa. Leitura e Prefácio de Raúl Rego
History… What History: Some thoughts on local history
[Recensão a] Rogério Fernandes, Bernardino Machado e os problemas da Instrução Pública
[Recensão a] Joaquim Ferreira Gomes, A Mulher na Universidade de Coimbra
[Recensão a] José M. Amado Mendes, A História como Ciência
A Revolução Francesa no ensino da História em Portugal
[Recensão a] Joaquim Ferreira Gomes, A Escola Normal Superior da Universidade de Coimbra
Universidade, conservadorismo e dinâmica de mudança nos primórdios do liberalismo em Portugal
[Recensão a] Joaquim Ferreira Gomes, A Universidade de Coimbra durante a Primeira República (1910-1926)
Da(s) crise(s) e do(s) mito(s) da(s) Universidade(s)
"Antero de Quental nas leituras "integralistas
Sobre a história do Estado Novo: Fontes, Bibliografia, Áreas De Abordagem E Problemas Metodológicos
Quid Petis: Os "Doutoramentos" na Universidade de Coimbra
Salazarismo, Alemanha e Europa: Discursos políticos e culturais
Salazarismo, Europa e América
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