Food consumption pattern and health risk factors in Brazilian population from 2008 to 2017
Bibliographic Data
| ID | 22055282 |
|---|---|
| Authors | Eduardo Botti Abbade (0000-0002-0552-0051, Universidade Federal de Santa Maria), Gabriel Mutschal de Oliveira (0000-0001-5422-6046, Universidade Federal de Santa Maria), Gabriel Colpo Peters (0000-0003-3240-5646, Universidade Federal de Santa Maria) |
| Year | 2021 |
| Volume | 16 |
| Pages | e53260 |
| Publication date | 2021-04-27 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | DEMETRA Alimentação Nutrição & Saúde (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2238-913X • E-ISSN: 2238-913X |
| Publisher | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.12957/demetra.2021.53260 |
| OpenAlex | W3158619708 |
| Language | EN |
| References cited | 14 |
Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar as mudanças na frequência de consumo de certos alimentos e indicadores relacionados aos fatores de risco à saúde na população brasileira. Método: Foram utilizados dados obtidos em pesquisas da VIGITEL dos anos de 2008, 2011, 2014 e 2017. O estudo selecionou variáveis relacionadas aos hábitos alimentares e indicadores de percepção de saúde, além de peso e altura, para o cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal), idade e anos de estudo dos entrevistados. Os dados foram analisados por meio de tabelas de frequências e procedimentos estatísticos específicos, como o teste t de Student, correlação de Pearson e a inclinação da regressão linear. Resultados: Os resultados sugerem que o IMC médio da população brasileira está aumentando, atingindo um valor médio de 26,32 em 2017. Observa-se também que os brasileiros avaliam sua saúde como positiva, embora a prevalência de diagnósticos de pressão alta, diabetes e dislipidemia tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos. Indivíduos diagnosticados com pressão alta, diabetes ou dislipidemia apresentam frequência significativamente menor de consumo de feijão, vegetais, refrigerantes e álcool; e frequência significativamente maior de consumo de frutas. Os resultados também revelaram que o número de anos de estudo está associado positiva e significativamente com a frequência de consumo de vegetais, frutas, álcool e o hábito de trocar o jantar por lanches. Conclusão: Embora os hábitos alimentares dos brasileiros tenham melhorado, o aumento do número de diagnósticos de doenças não transmissíveis é preocupante e requer a adoção de políticas públicas de saúde
Obesity · Consumer Attitudes and Food Labeling · Global Public Health Policies and Epidemiology · Medicine · Rural Development and Agriculture · Internal Medicine
Analysis and valuation of the health and climate change cobenefits of dietary change
Manufacturing Epidemics
Consumption of ultra-processed foods and obesity in Brazilian adolescents and adults
Profits and pandemics
Ultra‐processed products are becoming dominant in the global food system
Ultra-Processed Food Products and Obesity in Brazilian Households (2008–2009)
The emerging epidemic of obesity in developing countries
Ultra-Processed Food Consumption and Chronic Non-Communicable Diseases-Related Dietary Nutrient Profile in the UK (2008–2014)
The Continuing Epidemics of Obesity and Diabetes in the United States
Leisure sedentary time is differentially associated with hypertension, diabetes mellitus, and hyperlipidemia depending on occupation
Consumption of ultra-processed food and obesity
Increasing consumption of ultra-processed foods and likely impact on human health
The share of ultra-processed foods determines the overall nutritional quality of diets in Brazil
Sustainable meat consumption
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