A recusa da “falácia naturalista” como uma das bases epistemológicas da teoria pura do direito
Bibliographic Data
| ID | 22101863 |
|---|---|
| Authors | Arnaldo Bastos Santos Neto (0000-0002-4238-7448, Universidade Federal de Goiás), Bruno César Lorencini (0000-0002-2439-4409, Universidade Presbiteriana Mackenzie), Túlio Augusto Tayano Afonso (0000-0003-4520-021X, Universidade Presbiteriana Mackenzie) |
| Year | 2023 |
| Volume | 11 |
| Issue | 22 |
| Pages | e15264 |
| Publication date | 2023-11-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Direitos Humanos e Democracia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2317-5389 • E-ISSN: 2317-5389 |
| Publisher | Editora Unijui (PUBLISHER) |
| DOI | 10.21527/2317-5389.2023.22.15264 |
| OpenAlex | W4388126582 |
| Language | PT |
A falácia naturalista, conforme descrita nas obras de David Hume e George Moore, ocorre quando da conexão de uma cópula proposicional da ordem do ser, como é e não é, para uma proposição na ordem do dever ser, como deve e não deve. Ou seja, existe uma classe de afirmações de fato logicamente distinta de uma classe de afirmações de valor. Neste artigo analisamos como a recusa da falácia naturalista constitui uma das ferramentas conceituais mais importantes da obra kelseniana, presente desde o trabalho que inaugura o projeto da Teoria Pura do Direito, a obra “Os problemas capitais da teoria jurídica do Estado” até a edição póstuma do “Teoria Geral das Normas”, quando Kelsen alude explicitamente sobre a contribuição de David Hume para o seu sistema conceitual normativista
Humanities · Brazilian Legal Issues · Legal and Constitutional Studies · Philosophy · Political Philosophy and Ethics
| Highly cited | No |
|---|