Até quando prolongar a vida
Bibliographic Data
| ID | 22119712 |
|---|---|
| Authors | Valeria Silva Galdino Cardin (0000-0001-9183-0672, Universidade Estadual de Maringá), Lais Moraes Gil Nery (0000-0001-9472-3223, Centro Universitário Cesumar) |
| Year | 2021 |
| Volume | 8 |
| Issue | 1 |
| Pages | 18-31 |
| Publication date | 2021-01-03 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Sociologia do Direito (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2359-5582 • E-ISSN: 2359-5582 |
| Publisher | Revista Brasileira de Sociologia do Direito (PUBLISHER) |
| DOI | 10.21910/rbsd.v8i1.386 |
| OpenAlex | W3120233073 |
| Language | PT |
O prolongamento da vida, a obstinação terapêutica, ou seja, a distanásia lesiona os direitos fundamentais, como a autonomia da vontade, a dignidade humana. Os avanços das práticas médicas, no século XX, geraram inúmeros benefícios para este campo, porém estes avanços permitiram um controle das funções fisiológicas do paciente, o que gerou a possibilidade de prolongar a vida. A distanásia é o prolongamento desnecessário da vida, que gera angustia, dor, sofrimento para o paciente e seus familiares. O objetivo deste trabalho é a compreensão de como a prática da distanásia, a obstinação terapêutica, o tratamento inútil gera uma lesão aos direitos fundamentais, ou seja, como essa prática fere os princípios da dignidade da pessoa humana, da liberdade, da autonomia da vontade. Trata-se de um estudo realizado por meio de revisão bibliográfica e documental, descritivo e explicativo. O fato de quebrar o ciclo natural da morte, prolongando a vida não proporciona uma morte digna, mas sim, uma morte com sofrimento e dor desnecessários. Nesse último momento é essencial o respeito a autonomia da vontade e a preservação da dignidade humana
Humanities · Palliative and Oncologic Care · Patient Dignity and Privacy · Philosophy
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |