Skip to main content

ETHNOS_APP

Home • Search • Journals • List 0

Uma epidemia chamada patriarcalismo e suas sequelas

O caso A menina morta

Bibliographic Data

ID22173173
AuthorsJosalba Fabiana Santos (0000-0003-0843-368X, Universidade Federal de Sergipe, corresponding author)
Year2021
Volume6
Issue11
Pages109-127
Publication date2021-09-28
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista M Estudos sobre a morte os mortos e o morrer (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2525-3050 • E-ISSN: 2525-3050
PublisherUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO (PUBLISHER)
DOI10.9789/2525-3050.2021.v6i11.109-127
OpenAlexW3200432241
LanguagePT

O papel da segunda epidemia de febre amarela no Rio de Janeiro no romance A menina morta (1954), de Cornélio Penna (1896-1958), é singular. O episódio, além de sanitário, aglutinou-se à história, à vida social, à política, à economia, à produção cultural e literária. Tal caráter transversal contribui para transformá-lo em um instrumento crítico que ajuda a compreender o livro em questão, sobretudo no que tange ao patriarcalismo. Na medida em que aumenta a possibilidade de o Comendador, proprietário da fazenda na qual se desenvolve a narrativa, ter contraído febre amarela, vemos o sistema representado por ele mais e mais enfraquecido, debilitado. A partir desse quadro, pensamos nesse sistema social, cultural e com desdobramentos econômicos, como uma doença que acomete o país. Enviesamos assim o pensamento de Susan Sontag (1978) – para quem certas doenças são vistas como metáforas –, e o aplicamos ao patriarcalismo, lendo-o como se fosse uma doença, portanto, de forma metafórica

Art · Humanities · Biotechnology and Related Fields · Philosophy

Highly citedNo

Tools

Open DOIOpen Access
Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae