"Não dá mais só para cantar". Entrevista com Djuena Tikuna
Bibliographic Data
| ID | 2298176 |
|---|---|
| Authors | E T Matarezio Filho (0000-0002-4225-9091, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 65 |
| Issue | 2 |
| Pages | e202283 |
| Publication date | 2022-11-21 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Antropologia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-7701 • E-ISSN: 1678-9857 |
| Publisher | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/1678-9857.ra.2022.202283 |
| OpenAlex | W4310490465 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
Esta conversa com Djuena Tikuna aconteceu poucos dias antes do Indígenas.BR - Festival de Músicas Indígenas, organizado pela etnomusicóloga Magda Pucci. Djuena e eu participaríamos de um bate-papo sobre música ticuna tradicional e contemporânea no dia 7 de setembro de 2021.[1]. A data é bastante significativa, dia da Independência do Brasil, e naquele momento também bastante turbulenta em virtude de acontecimentos políticos importantes para o movimento indígena. Manifestações, tanto da direita quanto da esquerda, estavam marcadas para acontecerem em todo o Brasil. Naquele mês, cerca de seis mil pessoas, de 170 povos indígenas de todo o país, acamparam na Esplanada dos Ministérios à espera de um julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, da chamada tese do "marco temporal". De acordo com esta tese, os indígenas que não estavam em suas terras em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da atual Constituição, não teriam mais direito sobre elas. A organização do movimento indígena para se opor ao "marco temporal" foi exemplar, adiando a votação e dando visibilidade ao absurdo da tese. [1] A gravação do evento pode ser assistida no YouTube, neste link https://youtu.be/bxdHyAn_378
Art · Humanities · Political science · Tribunal · Diverse Musicological Studies · Law
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |