Por Que a China Imperial Não Pensou a Liberdade? Notas Sobre as Peculiaridades Da Tradição Normativa Chinesa
Bibliographic Data
| ID | 23038959 |
|---|---|
| Authors | Marcelo Maciel Ramos (0000-0003-3261-945X, Universidade Federal de Minas Gerais, corresponding author) |
| Year | 2015 |
| Volume | 1 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2015-12-06 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Sociologia Antropologia e Cultura Jurídica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2526-0251 • E-ISSN: 2526-0251 |
| Publisher | Conselho Nacional de Pesquisa e Pos-Graduacao em Direito - CONPEDI (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26668/indexlawjournals/2526-0251/2015.v1i1.203 |
| OpenAlex | W2991531537 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
O presente artigo tem como objeto a tradição normativa da China imperial no contexto de suas percepções sobre o homem e o mundo. A partir de um exame de suas peculiaridades linguísticas, intelectuais e éticas, busca-se compreender as razões pelas quais não se teria produzido na cultura chinesa clássica uma preocupação com a liberdade. A noção não só está ausente dos debates dos grandes pensadores chineses, como não se encontrará na língua chinesa clássica nenhum ideograma que corresponda à ideia. Por que a liberdade, que é tão constitutiva do imaginário e dos discursos prevalecentes no Ocidente, esteve ausente em uma civilização tão sofisticada e longeva como a chinesa? Para responder essa questão, procuramos expor neste trabalho as características prevalecentes da normatividade da China imperial, tentando demonstrar como as suas percepções sobre o homem e o mundo resistem e se distanciam daquilo que no Ocidente se pensou como liberdade.
| Highly cited | No |
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