Festança' de Vila Bela
Tradição, Autenticidade, Conflitos
Datos Bibliográficos
| ID | 2630576 |
|---|---|
| Autores | Heloisa Afonso Ariano (Universidade Federal da Bahia, autor de correspondencia) |
| Año | 2021 |
| Volumen | 46 n.2 |
| Páginas | 271-287 |
| Fecha de publicación | 2021-01-01 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Anuário Antropológico (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 0102-4302 • E-ISSN: 2357-738X |
| Editorial | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/aa.8345 |
| OpenAlex | W3168351871 |
| Idioma | CA |
| Referencias citadas | 7 |
Vila Bela da Santíssima Trindade, primeira capital de Mato Grosso - Brasil, foi desocupada pela elite branca em 1835, quando Cuiabá passou a exercer aquele posto, ficando sob o controle social e político negro por mais de 100 anos. Sem poder contar com a presença de padres, a vida religiosa católica restou aos leigos, que reuniram suas festas em um único período do ano, dando origem à festança: quatro celebrações, que incluem a do Divino, São Benedito, Mãe de Deus e Santíssima Trindade. A década de 1980 inaugurou um inédito interesse externo. A presença de jornalistas, pesquisadores, técnicos do patrimônio teve como efeito um processo que a conduziu da condição de 'abandonada' para a de símbolo de Mato Grosso. Esse relato analisa o impacto desse movimento sobre a festança, o congo e o chorado, além de analisar os debates que opuseram as lideranças locais aos diversos agentes da política patrimonial
Art · Humanities · Political science · Rural Development and Agriculture · Urban and sociocultural dynamics · Urban Development and Societal Issues
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |