Memórias do cativeiro, jongo e cidadania em Pinheiral
Bibliographic Data
| ID | 2685590 |
|---|---|
| Authors | Pedro Simonard (0000-0002-6262-2716, Universidade Tiradentes), Ana Carolina Silva Borges |
| Year | 2018 |
| Issue | 58 |
| Publication date | 2018-09-05 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Afro-Ásia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0002-0591 • E-ISSN: 1981-1411 |
| Publisher | Universidade Federal da Bahia (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.9771/1981-1411aa.v0i58.21420 |
| OpenAlex | W4251928900 |
| Language | PT |
O território jongueiro de Pinheiral é conhecido em todo o Brasil pelo seu jongo e pelas atividades socioeducativas que buscam preservar e transmitir as tradições afro-brasileiras dos habitantes dessa cidade, além de trabalhar a autoestima de jovens e adultos. A memória do tempo do cativeiro na cidade de Pinheiral vem sendo construída pelas lideranças jongueiras a partir da seleção e da valorização de certos elementos, sendo utilizada como uma ferramenta para combater a exclusão social, desenvolver uma nova identidade performativa e estratégias políticas e sociais que busquem garantir os direitos políticos e o acesso a políticas de reparação. Para que isso aconteça, a escravidão é constantemente redefinida e ressemantizada, tornando-se uma fonte de orgulho para os descendentes dos escravizados. O jongo é o ponto de partida para que todas essas ações ocorram. Os jongueiros de Pinheiral conseguiram organizar um ponto de cultura no qual montaram uma estrutura que lhes permite realizar seus projetos.Palavras-chave: Jongo - escravidão - memória - ação afirmativa - tradição
Humanities · Political science · Philosophy · Rural and Ethnic Education
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |