Notas sobre etnografia em Mário de Andrade
Bibliographic Data
| ID | 3069273 |
|---|---|
| Authors | Carlos Sandroni (0000-0003-4828-5765, Universidade Federal da Paraíba, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 36 |
| Issue | 104 |
| Pages | 205-224 |
| Publication date | 2022-04-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Estudos Avançados (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0103-4014 • E-ISSN: 1806-9592 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0103-4014.2022.36104.010 |
| OpenAlex | W4212894230 |
| SCIELO_PID | S0103-40142022000100205 |
| Language | PT |
| Citations received | 5 |
| References cited | 3 |
Abordamos o tema da etnografia na vida e na obra de Mário de Andrade, começando por seu apoio a atividades etnográficas quando diretor do Departamento de Cultura de São Paulo, como ocorreu com as duas viagens de Claude e Dina Lévi-Strauss ao Mato Grosso e Amazônia (1936 e 1938), com a Missão de Pesquisas Folclóricas ao Nordeste (1938), e com a realização do primeiro Curso de Etnografia realizado no país (1936). Passamos em seguida à viagem realizada pelo escritor à Amazônia em 1927, e ao que chamamos de "etnografias imaginárias", que o próprio escritor chamou de "sátiras às explorações científicas, à etnografia". É quando ele descreve ficcionalmente duas "tribos de índios" localizadas nos arredores do rio Madeira, a dos Pacaás Novos (referência a um grupo que efetivamente existe, no que hoje é o estado de Rondônia, e que o escritor planejou sem sucesso visitar), e a dos "Dó-mi-sol", uma "tribo" inventada, na qual a comunicação se faz através do canto, e não da fala
Arts and Performance Studies · Cultural, Media, and Literary Studies · Urban and sociocultural dynamics
| Unique citing works | 5 |
|---|---|
| Citations per year | 1,25 |
| Citation span | 2022 - 2025 (4) |
| Citation velocity | recent |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 4 |