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Conflitos armados e a agenda internacional

A Questão Da Mulher

Bibliographic Data

ID3083252
AuthorsIazana Matuella (Universidade Federal de Pelotas, corresponding author)
Year2017
Volume25
Issue3
Pages1277-1295
Publication date2017-12-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Estudos Feministas (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0104-026X • E-ISSN: 1806-9584
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/1806-9584.2017v25n3p1277
OpenAlexW2760387499
SciELOS0104-026X2017000301277
LanguageEN
Citations received3
References cited8

A violência contra a mulher é um debate antigo e possui reivindicações de mulheres, de forma organizada, há mais de um século. Porém, sua introdução como importante tema na agenda internacional foi recente e dependeu de um grande esforço de grupos de mulheres. Assim, esse artigo pretende analisar como os movimentos de mulheres, desde 1945, com a criação da Organização das Nações Unidas, influenciaram a incorporação da problemática da violência contra a mulher, principalmente em períodos de conflitos armados, pelo sistema internacional de proteção da pessoa humana, bem como a observância dessas diretrizes pelos Estados e Organizações Internacionais. O argumento aqui apresentado é que apenas a partir da década de 1990, com as Transnational Advocacy Networks (TANs) efetivadas e pela consideração dos Direitos das Mulheres como um Direito Humano fundamental, foi que a temática recebeu a valoração que merecia na agenda internacional. Esse impacto escoou também para o âmbito dos conflitos armados, onde as mulheres são as mais impactadas e vulnerabilizadas. Portanto, diversas normas foram criadas a fim de eliminar a violência de gênero, e conclui-se que a principal falha se mantém na inobservância dessas diretrizes, tanto a nível estatal como internacional

Political science · Politics · Sociology · Gender Studies · Gender, Security, and Conflict · Human Rights and Development · Law

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Citations per year0.33
Citation span2017 - 2024 (8)
Highly citedNo

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