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A questão de gênero na percepção do processo saúde-doença de pessoas privadas de liberdade em delegacias

Bibliographic Data

ID3204460
AuthorsRafael Silva Oliveira (0000-0002-1143-9217, Universidade Federal do Paraná, corresponding author), Rafaela Schaefer (0000-0001-5969-6442, UFPR, Brasil), Henrique Cesar Correa Hamilko (0000-0002-5216-7916, UFPR, Brasil), Deivisson Vianna Dantas Dos Santos (0000-0002-1198-1890, UFPR, Brasil), Sabrina Stefanello (0000-0002-9299-0405, UFPR, Brasil)
Year2021
Volume25
Publication date2021-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueInterface - Comunicação Saúde Educação (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1414-3283 • E-ISSN: 1807-5762
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/interface.200199
OpenAlexW3111299295
SCIELO_PIDS1414-32832021000100202
LanguagePT
References cited22

O estudo envolveu reclusos provisórios de delegacias de polícia de Curitiba, estado do Paraná, Brasil, uma masculina e outra feminina, com a finalidade de explorar diferenças entre gêneros e auxiliar em estratégias para incluir essa questão na abordagem dessa população na Atenção Básica (AB). Foi um estudo qualitativo baseado em observação participante, com diário de campo e 26 entrevista abertas audiogravadas (13 masculinas e 13 femininas), transcritas e analisadas pela fenomenologia hermenêutica de Ricoeur. O ambiente feminino era mais acolhedor, e a percepção de saúde-doença assumiu um caráter mais restrito ao biológico para os homens, enquanto para as mulheres teve conceitos ampliados. As mulheres sentiam falta da independência para buscar atendimento médico, pois frequentemente iam à Unidade Básica de Saúde (UBS) antes de serem presas, diferentemente dos homens. Ambiente, controle, relações e percepção do processo saúde-doença tiveram diferenças entre os gêneros

Gender, Sexuality, and Education · Health, Nursing, Elderly Care · Male Reproductive Health Studies

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  • O contraditório direito à saúde de pessoas em privação de liberdade

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Highly citedNo

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