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A questão do tempo originário na leitura heideggeriana da imaginação transcendental kantiana e sua relação com a meta de Ser e Tempo

Bibliographic Data

ID3819984
AuthorsAlexandre Guedes (0000-0003-2019-3535), Alexandre Augusto Alves Guedes (0000-0002-2444-6053, Universidade Federal de Goiás, corresponding author)
Year2020
Volume25
Issue4
Pages119-128
Publication date2020-12-26
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCadernos de Filosofia Alemã Crítica e Modernidade (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1413-7860 • E-ISSN: 2318-9800
PublisherUniversidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER)
DOI10.11606/issn.2318-9800.v25i4p119-128
OpenAlexW3114845994
LanguagePT

Na preleção, Kant e o problema da metafísica (1929), Heidegger diz que Kant, na segunda edição da Crítica da Razão Pura (1787), elimina a possibilidade de investigação do tempo originário como sendo a unidade das duas fontes do conhecimento (sensibilidade e entendimento), visto que a imaginação transcendental havia deixado de ter o destaque fundamental contido na primeira edição da obra (1781). Assim, nosso objetivo com o presente artigo é entender como, na leitura heideggeriana, a imaginação transcendental pode ser tomada como fonte do conhecimento a priori e, também, como, a partir dela, Heidegger tematiza a questão da temporialidade (Temporalität

Epistemology · Humanities · Transcendental number · Transcendental philosophy · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Phenomenology and Existential Philosophy · Philosophy · Philosophy and Historical Thought

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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