Práticas críticas de si
O Pensamento Hegemônico Em Xeque
Bibliographic Data
| ID | 3900127 |
|---|---|
| Authors | Juliana Ortega Aggio (0000-0001-6283-4797, Universidade Federal da Bahia, corresponding author) |
| Year | 2025 |
| Volume | 21 |
| Issue | 3 |
| Publication date | 2025-01-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | DoisPontos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v21i3.95678 |
| OpenAlex | W4407086373 |
| Language | ES |
Com base nas reflexões de Aníbal Quijano, Monique Wittig, María Lugones e Glória Anzaldúa, foi possível compreender que há um modo hegemônico de pensar que opera com base em categorias heteronormativas coloniais binárias e, a partir dessas, funciona num modo universalizante. Se o pensamento hegemônico é marcadamente heteronormativo, colonial e neoliberal, e opera por meio de categorias que naturalizam diferenças numa chave binária e desigual, produzindo, assim, efeitos práticos materiais opressivos, recusá-lo significa realizar um processo de descolonização do próprio modo de pensar, o que pressupõe não apenas criticar suas categorias dicotômicas, seu modo universalizante de operar e seus efeitos destrutivos, mas que tal crítica de desdobra no que denominei, inspirada por Foucault e Butler, de práticas críticas de si, ou seja, uma internalização cotidiana da crítica e abertura para outros modos de pensar e viver as relações a si, com os outros e para com a verdade
Art · Art history · Humanities · Opera · Philosophy · Race, Identity, and Education in Brazil · Social and Economic Solidarity · Urban Development and Societal Issues
| Highly cited | No |
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