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Juliana Ortega Aggio

Biographic Data

ID1408992
NAMEJuliana Ortega Aggio
GIVEN NAMESJuliana Ortega
FAMILY NAMEAggio
SIGNATUREAGGIO J O
AFFILIATIONSUniversidade Federal da Bahia
ORCID0000-0001-6283-4797
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS12
TOTAL CITATIONS1
WORKS AS AUTHOR12
WORKS AS EDITOR0
FIRST PUBLICATION YEAR2013
LATEST PUBLICATION YEAR2025
H-INDEX1
  • Práticas críticas de si

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•DoisPontos•2025

    Com base nas reflexões de Aníbal Quijano, Monique Wittig, María Lugones e Glória Anzaldúa, foi possível compreender que há um modo hegemônico de pensar que opera com base em categorias heteronormativas coloniais binárias e, a partir dessas, funciona num modo universalizante. Se o pensamento hegemônico é marcadamente heteronormativo, colonial e neoliberal, e opera por meio de categorias que naturalizam diferenças numa chave binária e desigual, pro…

  • Revisitando o conceito de gênero pelo viés da heteronormatividade

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Revista de Filosofia Aurora•2024

    O presente ensaio tem como objetivo revisitar o conceito de gênero a partir da crítica feminista lésbica ao feminismo hegemônico da chamada segunda onda, que desconsiderou a heterossexualidade como um problema, o que reflete precisamente a sua força e seu caráter compulsório. Considerá-la significa revisitar o conceito de gênero em estreita relação com o caráter político de ser hétero. Diante dessa desconsideração do elemento da heterossexualidad…

  • Hipárquia, ou o ápice da radicalidade do cinismo

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Discurso•2023

    O presente texto procura evidenciar o cunho filosófico da escolha, do modo de vida e das ideias e atitudes corajosas de Hipárquia de Maroneia em abandonar sua família e sua cidade de origem, assim como a classe social aristocrática e o papel de esposa-mãe-governanta da casa, para poder viver a filosofia canina. Tais atitudes fazem desta filósofa uma questionadora não somente dos costumes sociais juntamente com os cínicos, mas do papel da mulher, …

  • Vida neoliberal e imaginário antineoliberal

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio•ARTICLE•O que nos faz pensar•2023

    A pandemia da Covid 19 escancarou a perda histórica de certas vidas, evidenciando a crueldade a que estamos submetidos no sistema capitalista neoliberal. Esse ensaio procura mostrar que a crise atual é fruto de um modo de vida neoliberal, bem como aventar possibilidades de resistência a partir de uma imaginário antineoliberal que suscite o desejo de resistir e transformar o atual estado das coisas, e, mais especificamente, aqui no Brasil, tendo e…

  • Práticas críticas de si

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2022•Cited by: 1

    O texto foi dividido em quatro partes: primeiro, eu procurei expor a questão filosófica sobre a relação entre liberdade, práticas de si e crítica. Em seguida, eu respondi a duas perguntas a partir do chamado último Foucault: o que são tais práticas de si e o que é o si? Em terceiro, eu pretendi demonstrar, à luz de Foucault e Butler, o motivo pelo qual tais práticas devem ser necessariamente críticas. E, por fim, em quarto lugar, mostrar que, par…

  • Os Usos Da Metáfora Em Aristóteles

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Prometeus•2022

    O presente ensaio tem como objetivo investigar os dois principais usos da metáfora segundo Aristóteles: o uso poético e o uso retórico. Para tanto, primeiramente, procurarei esclarecer o que é metáfora segundo as obras, Poética e Retórica, de Aristóteles. Em seguida, pretendo determinar quais são as funções, portanto os usos desta figura de linguagem na produção poética e retórica. Tendo em vista que a finalidade do discurso poético difere da do …

  • Dossiê Filósofas - Apresentação

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio et al.•ARTICLE•Revista Ideação•2020

  • O problema da apreensão do bom fim em Aristóteles

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Prometeus•2019

    O presente texto tem como objeto uma pergunta e como objetivo não a responder de modo definitivo, mas problematizá-la, mostrando os limites da concepção de razão aristotélica quando se trata da apreensão correta do fim da ação. A pergunta é a seguinte: como o bom fim da ação é apreendido? A resposta não é evidente por dois motivos: o primeiro é que Aristóteles nos diz que a virtude moral é responsável pela correta apreensão dos fins, sem deixar c…

  • [Apresentação] Dossiê

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio et al.•ARTICLE•Revista Ideação•2018

    .

  • O “feminismo” de Musônio Rufo

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2018•References: 1

    O objetivo deste ensaio é analisar duas diatribes em que o filósofo estoico Musônio Rufo defende o ensino de filosofia para as mulheres de modo a verificar se tal defesa permitiria atribuir à sua obra certo “feminismo”. Por um lado, ver-se-á que há uma visão ousada para época que propõe a igualdade entre os homens e as mulheres com base em argumentos humanistas, por outro lado, é de se notar que, em termos gerais, há uma concessão irrestrita ao d…

  • Percepção E Conhecimento Segundo Aristóteles, Platão E Protágoras

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Prometeus•2013

    O texto examina a relação entre conhecimento e sensação, sensação e pensamento, ser eperceber segundo Protágoras, Platão e Aristóteles, com o objetivo de mostrar o que é a percepçãosegundo o paradigma sofístico e o platônico e, por fim, qual é o lugar da tese aristotélica sobre apercepção diante desses dois paradigmas. Como resultado da investigação, temos que, paraAristóteles, diferentemente de Protágoras, a sensação não é responsável por todos …

  • Prazer e virtude segundo Aristóteles

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio•ARTICLE•DoisPontos•2013

    O presente texto pretende examinar a relação estabelecida por Aristóteles entre prazer e virtude de modo a compreender a seguinte tese aristotélica: o virtuoso não age devido ao prazer, mas necessariamente com prazer. Esta tese será mais bem compreendida com a exposição que faremos da concepção aristotélica de prazer, tal qual elaborada pelo filósofo no segundo tratado do prazer de sua Ética Nicomaqueia. Como veremos, a definição do prazer como u…

  • Práticas críticas de si

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2022•Cited by: 1

    O texto foi dividido em quatro partes: primeiro, eu procurei expor a questão filosófica sobre a relação entre liberdade, práticas de si e crítica. Em seguida, eu respondi a duas perguntas a partir do chamado último Foucault: o que são tais práticas de si e o que é o si? Em terceiro, eu pretendi demonstrar, à luz de Foucault e Butler, o motivo pelo qual tais práticas devem ser necessariamente críticas. E, por fim, em quarto lugar, mostrar que, par…

  • Percepção E Conhecimento Segundo Aristóteles, Platão E Protágoras

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Prometeus•2013

    O texto examina a relação entre conhecimento e sensação, sensação e pensamento, ser eperceber segundo Protágoras, Platão e Aristóteles, com o objetivo de mostrar o que é a percepçãosegundo o paradigma sofístico e o platônico e, por fim, qual é o lugar da tese aristotélica sobre apercepção diante desses dois paradigmas. Como resultado da investigação, temos que, paraAristóteles, diferentemente de Protágoras, a sensação não é responsável por todos …

  • Prazer e virtude segundo Aristóteles

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio•ARTICLE•DoisPontos•2013

    O presente texto pretende examinar a relação estabelecida por Aristóteles entre prazer e virtude de modo a compreender a seguinte tese aristotélica: o virtuoso não age devido ao prazer, mas necessariamente com prazer. Esta tese será mais bem compreendida com a exposição que faremos da concepção aristotélica de prazer, tal qual elaborada pelo filósofo no segundo tratado do prazer de sua Ética Nicomaqueia. Como veremos, a definição do prazer como u…

  • [Apresentação] Dossiê

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio et al.•ARTICLE•Revista Ideação•2018

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  • O “feminismo” de Musônio Rufo

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2018•References: 1

    O objetivo deste ensaio é analisar duas diatribes em que o filósofo estoico Musônio Rufo defende o ensino de filosofia para as mulheres de modo a verificar se tal defesa permitiria atribuir à sua obra certo “feminismo”. Por um lado, ver-se-á que há uma visão ousada para época que propõe a igualdade entre os homens e as mulheres com base em argumentos humanistas, por outro lado, é de se notar que, em termos gerais, há uma concessão irrestrita ao d…

  • O problema da apreensão do bom fim em Aristóteles

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Prometeus•2019

    O presente texto tem como objeto uma pergunta e como objetivo não a responder de modo definitivo, mas problematizá-la, mostrando os limites da concepção de razão aristotélica quando se trata da apreensão correta do fim da ação. A pergunta é a seguinte: como o bom fim da ação é apreendido? A resposta não é evidente por dois motivos: o primeiro é que Aristóteles nos diz que a virtude moral é responsável pela correta apreensão dos fins, sem deixar c…

  • Dossiê Filósofas - Apresentação

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio et al.•ARTICLE•Revista Ideação•2020

  • Práticas críticas de si

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2022•Cited by: 1

    O texto foi dividido em quatro partes: primeiro, eu procurei expor a questão filosófica sobre a relação entre liberdade, práticas de si e crítica. Em seguida, eu respondi a duas perguntas a partir do chamado último Foucault: o que são tais práticas de si e o que é o si? Em terceiro, eu pretendi demonstrar, à luz de Foucault e Butler, o motivo pelo qual tais práticas devem ser necessariamente críticas. E, por fim, em quarto lugar, mostrar que, par…

  • Os Usos Da Metáfora Em Aristóteles

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Prometeus•2022

    O presente ensaio tem como objetivo investigar os dois principais usos da metáfora segundo Aristóteles: o uso poético e o uso retórico. Para tanto, primeiramente, procurarei esclarecer o que é metáfora segundo as obras, Poética e Retórica, de Aristóteles. Em seguida, pretendo determinar quais são as funções, portanto os usos desta figura de linguagem na produção poética e retórica. Tendo em vista que a finalidade do discurso poético difere da do …

  • Hipárquia, ou o ápice da radicalidade do cinismo

    Open Access•Juliana Aggio, Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Discurso•2023

    O presente texto procura evidenciar o cunho filosófico da escolha, do modo de vida e das ideias e atitudes corajosas de Hipárquia de Maroneia em abandonar sua família e sua cidade de origem, assim como a classe social aristocrática e o papel de esposa-mãe-governanta da casa, para poder viver a filosofia canina. Tais atitudes fazem desta filósofa uma questionadora não somente dos costumes sociais juntamente com os cínicos, mas do papel da mulher, …

  • Vida neoliberal e imaginário antineoliberal

    Open Access•Juliana Ortega Aggio, Juliana Ortegosa Aggio•ARTICLE•O que nos faz pensar•2023

    A pandemia da Covid 19 escancarou a perda histórica de certas vidas, evidenciando a crueldade a que estamos submetidos no sistema capitalista neoliberal. Esse ensaio procura mostrar que a crise atual é fruto de um modo de vida neoliberal, bem como aventar possibilidades de resistência a partir de uma imaginário antineoliberal que suscite o desejo de resistir e transformar o atual estado das coisas, e, mais especificamente, aqui no Brasil, tendo e…

  • Revisitando o conceito de gênero pelo viés da heteronormatividade

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•Revista de Filosofia Aurora•2024

    O presente ensaio tem como objetivo revisitar o conceito de gênero a partir da crítica feminista lésbica ao feminismo hegemônico da chamada segunda onda, que desconsiderou a heterossexualidade como um problema, o que reflete precisamente a sua força e seu caráter compulsório. Considerá-la significa revisitar o conceito de gênero em estreita relação com o caráter político de ser hétero. Diante dessa desconsideração do elemento da heterossexualidad…

  • Práticas críticas de si

    Open Access•Juliana Ortega Aggio•ARTICLE•DoisPontos•2025

    Com base nas reflexões de Aníbal Quijano, Monique Wittig, María Lugones e Glória Anzaldúa, foi possível compreender que há um modo hegemônico de pensar que opera com base em categorias heteronormativas coloniais binárias e, a partir dessas, funciona num modo universalizante. Se o pensamento hegemônico é marcadamente heteronormativo, colonial e neoliberal, e opera por meio de categorias que naturalizam diferenças numa chave binária e desigual, pro…

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae