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O pobre não é vadio

Uma crítica ao discurso elitista acerca do trabalho na Primeira República * "El pobre no es vagabundo": una crítica al discurso elitista acerca del trabajo en la Primera República

Bibliographic Data

ID4028090
AuthorsRose Dayanne Santos De Brito (0000-0003-3757-7244, University of Rome Tor Vergata, corresponding author)
Year2017
Volume6
Issue2
Pages144
Publication date2017-09-10
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueHistória e Cultura (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2238-6270 • E-ISSN: 2238-6270
PublisherRevista Historia e Cultura (PUBLISHER)
DOI10.18223/hiscult.v6i2.2085
OpenAlexW2759328281
LanguagePT
Citations received1

O objetivo deste artigo é identificar a condição de marginalização dos pobres no discurso da classe dominante na Primeira República. A parte inicial contextualiza e apresenta a propaganda que circulou em 1917, no jornal Correio Paulistano, cuja máxima reduzia a condição de pobreza à vadiagem. A segunda parte investiga a crítica a este argumento feita no jornal A Plebe pelo advogado anarquista Benjamim Mota com fundamento na teoria marxista do valor-trabalho

Art · Humanities · Political science · Sociology · Brazilian cultural history and politics · Gender, Sexuality, and Education · Literature, Culture, and Criticism

  • História Da Legislação Social Brasileira

    Open Access•Fernanda Cristina Covolan, Carlos Eduardo Oliveira Dias•Prim Facie•2018

Citations per year0.13
Citation span2018 - 2018 (1)
Highly citedNo

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