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O princípio da precaução como uma ferramenta estratégica para redesenhar a (sub)política

Compreensão e perspectivas da ciência política de língua Francesa

Bibliographic Data

ID4355041
AuthorsSébastien Brunet (University of Liège), P Delvenne (0000-0002-3052-6252, Spiral Foundation), Geoffrey Joris (Serviço Público de Valônia)
Year2011
Volume13
Issue26
Pages176-200
Publication date2011-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueSociologias (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1517-4522 • E-ISSN: 1807-0337
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s1517-45222011000100008
OpenAlexW2068019372
SCIELO_PIDS1517-45222011000100008
LanguagePT
References cited17

O princípio da precaução está inserido em um contexto decisional em evolução, marcado por uma incerteza multidimensional com relação às conseqüências ambientais, econômicas, sociais, éticas e políticas das inovações tecnológicas. Na ciência política de língua francesa, o princípio funciona como uma ferramenta estratégica, uma resposta política ao surgimento de um novo fluxo de incerteza social, voltada principalmente para as inseguranças do mundo científico. Neste trabalho, afirmamos que o princípio da precaução redefine a forma de gerir a incerteza científica, em uma sociedade caracterizada pela indefinição das fronteiras entre atores políticos e subpolíticos. Em sua aplicação, há uma linha de ruptura que reduz a margem de manobra decisória de determinadas entidades subpolíticas, enquanto incentiva outras a agirem. Contudo, enfatizamos que, em um mundo cada vez mais globalizado e interligado, os efeitos da aplicação do princípio da precaução são temporários e locais. Ainda assim, o princípio pode contribuir para os importantes debates a serem desenvolvidos em espaços institucionais, para uma ação reflexiva antecipatória e de apoio à decisão2

Humanities · Physics · Political science · Climate Change Policy and Economics · French Urban and Social Studies · Health Systems, Economic Evaluations, Quality of Life · Philosophy

  • Conjectures and Refutations

    Karl Popper, Melitta Mew et al.•Conjectures and Refutations•2014

  • The past and future of constructive technology assessment

    Open Access•Johan Schot, Arie Rip•Technological Forecasting and…•1997

  • Knowledge and social imagery

    David Bloor•Knowledge and social imagery•1991

  • Key Challenges to Ecological Modernization Theory

    Open Access•Richard York, Eugene A Rosa•Organization & Environment•2003

  • Experts on public trial

    Open Access•Anders Blok•Public Understanding of Science•2007

  • La structure des révolutions scientifiques

    Ziauddin Sardar, Borin Van•Philosophie des Sciences en Images•2020

  • Nous n'avons jamais été modernes. Essai d'anthropologie symétrique

    Open Access•Bruno Latour•Natures Sciences Sociétés•1997

  • The refinement of production

    Open Access•John R Ehrenfeld•Environmental Impact Assessment…•1996

  • Criticism and the growth of knowledge

    Open Access•Maurice A Finocchiaro•Studies in History and Philosophy…•1973

  • The bureaucratic phenomenon

    Michel Crozier•The bureaucratic phenomenon•2010

  • Opening Up" and "Closing Down

    Open Access•Andy Stirling•Science Technology & Human Values•2008

  • Critique de la raison pure

    Jean-Luc Nancy, Jean‐luc Nancy•Lignes•1995

  • A Democratic Paradox

    Open Access•Robert A Dahl•Political Science Quarterly•2000

  • Citizen Projects and Consensus-Building at the Danish Board of Technology

    Open Access•C B Jensen•Acta Sociologica•2005

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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