O papel do conhecimento do nome das letras no início da aprendizagem da leitura
Evidência de indivíduos com síndrome de Down
Bibliographic Data
| ID | 4406733 |
|---|---|
| Authors | Cláudia Cardoso-Martins (0000-0002-7589-7997, Universidade Federal de Minas Gerais), Mirelle França Michalick (Universidade Federal de Minas Gerais), Tatiana Cury Pollo (0000-0002-8673-2821, Washington University in St. Louis) |
| Year | 2006 |
| Volume | 19 |
| Issue | 1 |
| Pages | 53-59 |
| Publication date | 2006-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Psicologia Reflexão e Crítica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-7972 • E-ISSN: 1678-7153 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0102-79722006000100008 |
| OpenAlex | W2031068658 |
| SCIELO_PID | S0102-79722006000100008 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
O presente estudo investiga as estratégias que indivíduos com síndrome de Down utilizam para aprender a ler palavras no início da aprendizagem da leitura. Indivíduos com síndrome de Down que conheciam ou não o nome das letras aprenderam a ler dois tipos de grafias simplificadas: grafias fonéticas, em que as letras correspondiam a sons na pronúncia das palavras (Ex.: BTRA para beterraba) e grafias visuais, em que as letras não representavam sons na pronúncia das palavras, mas eram visualmente mais salientes (Ex.: U Q L G para detetive). Os resultados questionam a hipótese de que indivíduos com síndrome de Down aprendem a ler visualmente. Os indivíduos que não conheciam o nome das letras acharam ambos os tipos de grafia muito difíceis. Por outro lado, os indivíduos que conheciam o nome das letras acharam as grafias fonéticas significativamente mais fáceis do que as grafias visuais
Art · Humanities · Nome · Digital Accessibility for Disabilities · Hearing Impairment and Communication · Mathematics · Medicine · Reading and Literacy Development
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |