Singularidades de género nas representações de vinculação durante o período pré-escolar
Bibliographic Data
| ID | 4407264 |
|---|---|
| Authors | Joana Maia (0000-0002-7402-2152, ISPA - Instituto Universitário), Manuela Veríssimo (0000-0003-4356-5696, ISPA - Instituto Universitário), Bruno Ferreira (0000-0003-0475-8727, ISPA - Instituto Universitário), Filipa Silva (0000-0003-4700-2938, ISPA - Instituto Universitário), Marta Antunes (0000-0002-1260-6662, ISPA - Instituto Universitário) |
| Year | 2012 |
| Volume | 25 |
| Issue | 3 |
| Pages | 491-498 |
| Publication date | 2012-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Psicologia Reflexão e Crítica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-7972 • E-ISSN: 1678-7153 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0102-79722012000300008 |
| OpenAlex | W2052439327 |
| SCIELO_PID | S0102-79722012000300008 |
| Language | PT |
| Citations received | 2 |
| References cited | 12 |
Visando identificar diferenças individuais no modo como as crianças encenam uma variedade de situações relacionadas com a vinculação, o Attachment Story Completion Task-ASCT (Bretherton. Ridgeway, & Cassidy, 1990) tem sido utilizado em diferentes culturas, tanto com amostras clínicas como normativas, sendo uma das metodologias de narrativas mais utilizadas durante o período pré-escolar. Todavia, um ponto problemático da sua utilização prende-se com o facto de alguns estudos reportarem especificidades ao nível dos perfis narrativos evidenciados por meninos e meninas o que, do ponto de vista da Teoria da Vinculação, não seria de esperar. O ASCT foi aplicado a 252 crianças em idade pré-escolar (M=62; DP= 15,1) tendo as narrativas sido analisadas através de uma escala contínua de segurança. Não foi encontrada nenhuma relação significativa entre a segurança das narrativas e o Q.I. verbal dos participantes. Nas respostas ao ASCT verificou-se uma diferença em função do género [F(1, 253)=11,8, p<0,01], com as histórias produzidas pelas raparigas, em média, a receberem pontuações mais elevadas na dimensão segurança. Várias hipóteses teóricas são exploradas para explicar os perfis encontrados e, partindo da ideia avançada por Oppenheim (1997) de que a aplicação deste tipo de metodologias representa uma situação indutora de ansiedade para a criança, é dado destaque à tese evolutiva proposta por Taylor et al. (2000) que afirma existir divergências ao nível das estratégias de regulação emocional tendencialmente adoptadas pelos dois sexos em situações de stress e de conforto interpessoal
Humanities · Physics · Attachment and Relationship Dynamics · Child and Adolescent Psychosocial and Emotional Development · Family Support in Illness · Philosophy · Psychology
Elaborating on Elaborations
Biobehavioral responses to stress in females
Attachment security and adjustment to school in middle childhood
Disorders of Childhood and Adolescence
The first 10,000 Adult Attachment Interviews
A concordância entre o comportamento de base segura com a mãe nos primeiros anos de vida e os modelos internos dinâmicos no pré-escolar
Auto-conceito e representações da vinculação no período pré-escolar
Os efeitos dos maus-tratos e da negligência sobre as representações da vinculação em crianças de idade pré-escolar
Sex Differences in Infant-Mother Attachment
Differential attachment responses of male and female infants to frightening maternal behavior
What’s inside the minds of securely and insecurely attached people? The secure-base script and its associations with attachment-style dimensions
Gender and Attachment Representations in the Preschool Years
| Unique citing works | 2 |
|---|---|
| Citations per year | 0,15 |
| Citation span | 2013 - 2019 (7) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |