Teko Haxy
Autoetnografia E O Documentário Dispositivo Na Terra Imperfeita
Bibliographic Data
| ID | 4411978 |
|---|---|
| Authors | Carlos P Reyna (0000-0003-0049-2706, Universidade Federal de Juiz de Fora), Mariana Stolf Friggi |
| Year | 2020 |
| Volume | 15 |
| Issue | 3 |
| Publication date | 2020-12-15 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Teoria e Cultura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1809-5968 • E-ISSN: 2318-101X |
| Publisher | Universidade Federal de Juiz de Fora (PUBLISHER) |
| DOI | 10.34019/2318-101x.2020.v15.33001 |
| OpenAlex | W3202586447 |
| Language | EN |
| References cited | 2 |
Este artigo tem como objetivo discutir os aspectos estilísticos e subjetivos dos conceitos de autoetnografia e documentário dispositivo em primeira pessoa, construídos pelo encontro entre Patrícia Ferreiro Pará Yxapy e Sophia Ferreira Pinheiro, cujo resultado é o documentário experimental Teko Haxy-Ser Imperfeita (2016). O filme é particularmente instigante para saber, como essas vozes estão construídas, do que falam essas vozes e, certamente, quais são as questões estéticas e subjetivas advindas desse documentário que deriva do ato de filmar a outra e a si mesmas. Para elaborar essa análise fílmica, utilizamos os princípios metodológicos da antropologia do cinema, notadamente, o conceito de etnografia fílmica e, os princípios metodológicos de mise en scène e auto-mise en scène oriundas da antropologia fílmica
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |