Globalização, Liberalismo Econômico E Educação Brasileira
Quem Controla a Produção Do Conhecimento Científico?/Globalization, Economic Liberalism and Brazilian Education: Who Controls the Production of Scientific Knowledge
Bibliographic Data
| ID | 4448459 |
|---|---|
| Authors | Maria De Lourdes Pinto De Almeida (0000-0001-8515-2908, Universidade do Oeste de Santa Catarina, corresponding author), Maria De Lourdes Pinto Almeida |
| Year | 2015 |
| Volume | 40 |
| Pages | 117 |
| Publication date | 2015-12-18 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Roteiro (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-4311 • E-ISSN: 2177-6059 |
| Publisher | Universidade do Oeste de Santa Catarina (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.18593/r.v40i0.9632 |
| OpenAlex | W2415926962 |
| Language | PT |
| References cited | 4 |
O globalismo e a mundialização compreendem uma abertura histórico-geográfica de um campo de disputas entre capital e trabalho. O fordismo passa a combinar-se com ou ser substituído pela flexibilização dos processos de trabalho e produção. Vale agora, ao lado da produtividade, a capacidade de inovação e competitividade. As novas formas de organização social e técnica do trabalho formam um trabalhador coletivo desterritorializado. O mundo transforma-se em uma imensa fábrica, a fábrica global. Neste texto pretende-se discutir sobre a formação de professores no Brasil no terceiro milênio, totalmente inserido nesse processo de Mundialização do Capital, no qual o Estado que assessora a Universidade é liberal e, portanto, entende a Educação enquanto mercadoria de troca. O objetivo é mostrar que a responsável pela formação dos professores, a Universidade, possui rumos que estão diretamente ligados à sua fonte de financiamento, e se definem no interior dos programas políticos governamentais. Usaremos Gramsci, Castells e Ianni para fundamentar teoricamente essa discussão. Nosso foco estará na argumentação de que um governo que adere à concepção de mercado e pauta nela suas decisões trabalhará no sentido de tornar a Universidade uma empresa, cuja sobrevivência dependerá de sua inserção na rede global. Nesse caso, admitir-se-ia que, para sobreviver, a Universidade teria que se autoajustar conforme os fluxos aos quais estaria submetida.Palavras-chave: História da Educação. Políticas de Educação Superior
Humanities · Political science · Sociology · Education and Public Policy · Education Pedagogy and Practices · Philosophy · Social and Political Issues
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |