Cativeiro e compadrio em um porto atlântico (Rio Grande, 1780-1850)
Bibliographic Data
| ID | 4464018 |
|---|---|
| Authors | Marcelo Santos Matheus (0000-0002-9313-4678, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 27 |
| Issue | 2 |
| Pages | 383-404 |
| Publication date | 2021-08-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Tempo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-7704 • E-ISSN: 1980-542X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/tem-1980-542x2021v270209 |
| OpenAlex | W3196334056 |
| SCIELO_PID | S1413-77042021000200383 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
Dentro dos ditames de uma sociedade católica e escravista, o compadrio foi uma das formas de associação que os africanos e seus descendentes encontraram para (re)signifcar suas vidas e tornar menos dolorosa a experiência do cativeiro. Nesse sentido, este artigo tem por objetivo o estudo dos laços de compadrio a partir do batismo de escravos, com foco na documentação produzida em Rio Grande, porto ao sul do Brasil que mantinha relações econômicas e sociais com diversas partes do Atlântico, entre 1780 e 1850. Foi possível observar que a busca pelo batismo não respondia apenas à norma eclesiástica. Da mesma forma, identificamos mudanças no padrão do compadrio ao longo do tempo, com algumas diferenças interessantes entre a tendência geral e o compadrio de africanos em particular. Por fim, o compadrio, além de produzir relações sociais diversas, podia potencializar as chances de obtenção da liberdade
Art · Humanities · Colonialism, slavery, and trade · Global Maritime and Colonial Histories · History of Colonial Brazil
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |