Da morte, da vida e dos tempos de morte e de vida da tradução
Bibliographic Data
| ID | 4504256 |
|---|---|
| Authors | Mauricio Mendonça Cardozo (0000-0001-9270-6892, Foreign Trade University, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Volume | 95 |
| Publication date | 2017-06-06 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Letras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0100-0888 • E-ISSN: 2236-0999 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/rel.v95i0.49142 |
| OpenAlex | W2622414519 |
| Language | PT |
Se partimos do princípio de que um pensamento contemporâneo sobre a tradução não pode prescindir de uma integração consequente das noções complexas de subjetividade e de linguagem que se nos impõem na contemporaneidade, a partir das quais reconhecemos o tradutor em sua condição de sujeito, a tradução como atividade transformadora e de ordem crítica e seu produto, o texto traduzido, como um objeto singular, não podemos ignorar a ideia de que, para além de representar uma forma de vida ou de morte para a obra original, o texto traduzido constitui, ele mesmo, uma forma singular de vida e de morte. Diante disso, é preciso levar em consideração que, para além do que representa temporalmente para outros textos (como a obra original), o texto traduzido também instaura uma forma de temporalidade que é a sua: um tempo da tradução. E é preciso pensar, igualmente, nas consequências desse dimensionamento temporal da tradução para nossa relação de leitores e críticos com o texto traduzido. No âmbito deste trabalho, caberá discutir e problematizar, preliminarmente, alguns aspectos da questão do tempo da tradução, entendida, aqui, a partir da forma singular de vida e de morte que a tradução constitui
Humanities · Physics · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy
| Highly cited | No |
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