Teoria Elitista Clássica, Democracia Elitista e o papel das Eleições
Uma questão de definição dos termos
Bibliographic Data
| ID | 4520758 |
|---|---|
| Authors | Felipe Gonçalves Brasil (0000-0001-7282-0110, Universidade de São Paulo, corresponding author), Felipe Brasil |
| Year | 2013 |
| Volume | 0 |
| Issue | 5 |
| Pages | 98 |
| Publication date | 2013-11-10 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Primeiros Estudos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2237-2423 • E-ISSN: 2237-2423 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2237-2423.v0i5p98-119 |
| OpenAlex | W2076842874 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
As teorias das elites vêm sofrendo diversas alterações no campo da ciência política desde sua adesão enquanto elementos de uma teoria social e política. Surgido com Ostrogorski, autor pouco estudado no Brasil, o reconhecimento da teoria das elites deu-se com as obras de autores como Mosca, Pareto e Michels. Com outro significado, Schumpeter, Dahl e Downs também são rotulados na teoria democrática como autores elitistas, ainda que o termo tenha recebido novo significado. Assim, o presente artigo tem como objetivo rever a trajetória da teoria das elites mostrando que há notáveis diferenças entre as ideias e significados das “elites” entre os autores clássicos quando comparados aos autores da democracia elitista, considerando importantes características em comum possam ser identificadas
Democracy · Humanities · Political science · Politics · Law · Philosophy · Social and Economic Solidarity
| Highly cited | No |
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