Falácia naturalista e naturalismo moral
Do É Ao Deve Mediante O Quero
Bibliographic Data
| ID | 4746017 |
|---|---|
| Authors | Adriano Naves De Brito (0000-0003-2096-8919, Unisinos, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Volume | 51 |
| Issue | 121 |
| Pages | 215-226 |
| Publication date | 2010-06-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Kriterion Revista de Filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0100-512X • E-ISSN: 1981-5336 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0100-512x2010000100011 |
| OpenAlex | W1484304624 |
| SciELO | S0100-512X2010000100011 |
| Language | PT |
| Citations received | 2 |
| References cited | 3 |
O objetivo deste texto é discutir alguns argumentos contra a aceitação da falácia naturalista. Pretende-se mostrar aspectos que parecem corretos na argumentação dos que recusam aquela falácia, e, a despeito de seus acertos, demonstrar que estão fundamentalmente errados. O eixo para este desfecho é a reformulação da falácia em termos da recusa da implicação entre o ser e o querer. Espera-se, assim, tornar mais claras as relações - e a ausência delas - entre verdade e moral, bem como abrir espaço para a defesa de um naturalismo moral não comprometido com a existência de fatos morais. Este texto está dividido em cinco partes. Na primeira, apresenta-se a falácia naturalista de acordo com Moore; na segunda, distingue-se essa entre as formulações de Moore e de Hume; na terceira, apresentam-se objeções à interdição da passagem do "é" ao "deve" e se formulam respostas a essas objeções; na quarta, reapresenta-se o problema da interdição entre "é" e "deve" e se focaliza uma solução alternativa a ele mediante o querer; e, finalmente, na quinta parte, elaboram-se algumas conclusões acerca do naturalismo e do realismo na moral
Humanities · Philosophical Ethics and Theory · Philosophy · Political Philosophy and Ethics · Pragmatism in Philosophy and Education
| Citations per year | 0.29 |
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| Citation span | 2019 - 2021 (3) |
| Highly cited | No |