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A presença britânica na corte siciliana de Frederico II de Hohenstaufen

Bibliographic Data

ID5222408
AuthorsJônatas Batista Neto (0000-0001-9780-4264, corresponding author)
Year1983
Volume0
Issue115
Pages33
Publication date1983-12-07
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista de História (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0034-8309 • E-ISSN: 2316-9141
PublisherUniversidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER)
DOI10.11606/issn.2316-9141.v0i115p33-46
OpenAlexW2045249578
LanguagePT

(primeiro parágrafo do artigo)Durante os 64 anos que transcorreram entre a criação do reino da sicília pelo anti-papa Anacleto II e a sua incorporação pelo Sacro Império Romano, a Sicília foi governada sucessivamente por Rogério II (1130-1154), Guilherme I (1154-1160), Guilherme II (1160-1189) e Tancredo de Lecce (1189-1194). Sob esses quatro soberanos, a corte de Palermo foi frequentada por elementos das mais variadas origens, dentre os quais destaca-se um certo número de ingleses. A razão da atuação de britânicos na vida política e intelectual siciliana é fácil de ser compreendida: a Inglaterra também tinha sido invadida pelos normandos e, portanto, a presença desses conquistadores nos dois reinos insulares, a despeito da grande distância que os separava, serviu para aproximá-los, permitindo que algumas figuras oferecessem os seus serviços tanto à administração inglesa quanto ao governo palermitano

Art · Humanities · Historical and Environmental Studies · Philosophy

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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