Traços do narrador pós-moderno
Ninguém nada nunca e O escritor morre à beira do rio
Bibliographic Data
| ID | 5253570 |
|---|---|
| Authors | Leticia R Varela (0000-0002-4236-9143, Universidade Tecnológica Federal do Paraná), Wellington Fioruci (0000-0002-2338-7573, Universidade Tecnológica Federal do Paraná) |
| Year | 2024 |
| Volume | 29 |
| Pages | 01-19 |
| Publication date | 2024-08-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Anuário de Literatura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1414-5235 • E-ISSN: 2175-7917 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-7917.2024.e94306 |
| OpenAlex | W4401333274 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 1 |
Este estudo comparativo entre a obra Ninguém nada nunca, de Juan José Saer, e O escritor morre à beira do rio, de Lucas Lazzaretti, analisa a construção do foco narrativo nessas obras. Assim, buscou-se verificar de que maneira os narradores são permeados por um discurso de autorreflexão, tendo como foco a ação de narrar e, por conseguinte, seus limites e possibilidades. Esse tipo de construção do foco suscita discussões bastante caras à poética do pós-modernismo. Por isso, este artigo empregou um aporte teórico com base, principalmente, no pensamento de Linda Hutcheon (1991), Silviano Santiago (2000), Wander Melo Miranda (2010), Ricardo Piglia (2016) e Beatriz Sarlo (2007), com vistas a analisar os processos constitutivos do foco narrativo desses romances e verificar sua possível inserção na corrente do pós-modernismo. Concluiu-se que tanto no romance argentino quanto no brasileiro havia traços comuns aos narradores pós-modernos, destacando-se a fragmentação dos discursos, que provoca a instabilidade dos relatos, e a autorreflexão sobre o ato de narrar
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research · Literature, Culture, and Criticism
| Citations per year | 0.5 |
|---|---|
| Citation span | 2024 - 2024 (1) |
| Highly cited | No |