Áreas protegidas como critério de repasse do ICMS Ecológico nos estados brasileiros
Bibliographic Data
| ID | 5280247 |
|---|---|
| Authors | Isabella Moura Carvalho Lima (Universidade Federal de Sergipe), Laura Jane Gomes (0000-0003-1526-7456, Universidade Federal de Sergipe), Milton Marques Fernandes (0000-0002-9394-0020, Universidade Federal de Sergipe) |
| Year | 2020 |
| Volume | 54 |
| Publication date | 2020-09-02 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Desenvolvimento e Meio Ambiente (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1518-952X • E-ISSN: 2176-9109 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dma.v54i0.66676 |
| OpenAlex | W3082710038 |
| Language | PT |
| References cited | 10 |
O ICMS Ecológico é um instrumento econômico que tem sido apontado como uma importante estratégia de associação do incremento do orçamento municipal com a conservação da biodiversidade a partir da criação e manutenção de áreas protegidas. Este artigo objetivou compreender o critério de áreas protegidas no ICMS-E aplicado nas legislações dos diferentes estados brasileiros. Foi realizada uma análise das legislações estaduais do ICMS-E dos 16 estados brasileiros que possuem o instrumento, a fim identificar o critério de áreas protegidas como repasse. Identificou-se os estados que utilizam o critério de áreas protegidas no ICMS-E, as tipologias de áreas protegidas previstas nas leis e os indicadores de avaliação do critério. Os resultados apontam que 15 estados utilizam o critério de áreas protegidas no ICMS-E, ausente apenas no estado do Ceará. Constatou-se a inclusão de 8 (oito) tipologias pelos estados, sendo as Unidades de Conservação e as Terras Indígenas as mais adotadas. Apesar de prevista nas legislações de 10 estados, a avaliação qualitativa das áreas protegidas ainda é pouco explorada, com destaque para o estado do Paraná que aprimorou o sistema de monitoramento do instrumento. Destaca-se a necessidade de melhor adequação dos indicadores e variáveis da avaliação de UC em função das características de cada categoria de manejo; a insuficiência do ICMS-E no Nordeste e a problemática da ausência do critério de áreas protegidas no Ceará, que possui importante papel na conservação da Caatinga. Diante da importância do critério de áreas protegidas no ICMS-E, recomenda-se sua operacionalização em conformidade com as problemáticas que acometem os estados, articulado às metas de conservação dos biomas brasileiros, e a priorização de determinadas categorias de UC na atribuição da avaliação qualitativa a fim de que o ICMS-E possa ter seu potencial compensatório e incentivador explorado na conservação da biodiversidade brasileira
Humanities · Political science · Conservation, Biodiversity, and Resource Management · Economic and Environmental Valuation · Environmental and Social Impact Assessments · Philosophy
Guidelines for applying protected area management categories
Moment of truth for the Cerrado hotspot
Ecological Fiscal Transfers in Europe – Evidence-Based Design Options for a Transnational Scheme
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Fiscal transfers for biodiversity conservation
Contribution of conservation units to Ecological ICMS generation for municipalities and environmental conservation
O ICMS-Ecológico e as Unidades de Conservação no Estado do Rio de Janeiro
Compensação e incentivo à proteção ambiental
As RPPNs Como Estratégia Para a Conservação da Biodiversidade
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| Highly cited | No |