Maracatu
Uma Marca Cultural Ibero-Ásio-Afro-Ameríndia No Carnaval Do Nordeste
Bibliographic Data
| ID | 5330471 |
|---|---|
| Authors | Celso Luiz Prudente (0000-0003-0479-3522, Universidade de São Paulo), Neudson Johnson Martinho (0000-0001-9176-2729, Universidade Federal de Mato Grosso), Darcilene Célia Silva (Senac University Center) |
| Year | 2020 |
| Volume | 14 |
| Issue | 1 |
| Pages | 313-327 |
| Publication date | 2020-12-12 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Extraprensa (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1519-6895 • E-ISSN: 2236-3467 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/extraprensa2020.174628 |
| OpenAlex | W3154380214 |
| Language | EN |
| References cited | 3 |
O artigo demonstra que o Carnaval brasileiro tem origem no ocidentalismo caucasiano, ibérico e europeu. Iniciou com a violência dos ataques dos entrudos, que teve como ápice o ato de atirar sapatos nas visitas, fezes e urinas nos escravos que passavam. Isso era feito nos sobrados pelas moças recatadas das famílias patriarcais. Esse comportamento violento é amenizado com a influência francesa do confete e da serpentina, que foram trazidos pela missão francesa no início do século XIX. Isso foi amenizado, mas não superado, considerando que o sentido de ataque permaneceu no ato de atirar o confete e a serpentina nos dançantes de salão. A humanização no processo carnavalesco aconteceu somente com a pedagogia comunicacional do maracatu, oposta à violência caucasiana e considerada o mais antigo folguedo rural negro. Assim os negros incorporaram no Carnaval a corporalidade lúdico-músico-gregária de solidariedade comunal dos seus rituais
Art · Humanities · Arts and Performance Studies · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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