O que aprendemos com Alice
Bibliographic Data
| ID | 5786909 |
|---|---|
| Authors | Cynthia Beatrice Costa (0000-0002-3063-0121, Universidade Federal de Uberlândia, corresponding author) |
| Year | 2019 |
| Volume | 35 |
| Issue | 1 |
| Pages | 59-83 |
| Publication date | 2019-06-19 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Letras & letras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-3527 • E-ISSN: 1981-5239 |
| Publisher | EDUFU (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.14393/ll63-v35n1a2019-4 |
| OpenAlex | W2951664659 |
| Language | EN |
| References cited | 4 |
O presente artigo trata de como a leitura de literatura de ficção pode constituir uma experiência de aprendizado para o leitor - um aprendizado que nem é instrucional, nem deve ser confundido com autoajuda. Parte-se da hipótese de que, no contato com a "arte verbal" (LOPES, 2012, p. 1), o leitor pode expandir a mente (SPOLSKY, 2015a), adquirir novos conhecimentos (GREEN, 2010) e aprender sobre emoções (KÜMMERLING-MEIBAUER, 2012; NIKOLAJEVA, 2014; SUIHKONEN, 2016). Baseia-se, principalmente, nos recentes estudos cognitivos da literatura, que abordam o texto literário de ficção do ponto de vista dos processos mentais que podem se desdobrar a partir de sua leitura. Para ilustrar esses possíveis processos de aprendizado, são examinados teoricamente trechos dos contos Aventuras de Alice no país das maravilhas e Através do espelho e o que Alice encontrou lá, de Lewis Carroll, em tradução de Sebastião Uchoa Leite (1980
Comics and Graphic Narratives · Digital Storytelling and Education
| Highly cited | No |
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