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Nossos Fantasmas Estão Vindo Cobrar

Giro Decolonial na Arte Contemporânea Brasileira

Bibliographic Data

ID5789633
AuthorsMichelle Sales (0000-0003-1589-4003, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, corresponding author)
Year2021
Issue8
Pagese021016-e021016
Publication date2021-12-27
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueVista (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2184-1284 • E-ISSN: 2184-1284
PublisherUniversity of Minho (PUBLISHER • PT)
DOI10.21814/vista.3641
OpenAlexW4200134714
LanguagePT
Citations received3
References cited6

Este texto expande, aprofunda e comenta o ensaio "As Práticas Artísticas Contemporâneas no Contexto Ibero-Americano e o Pensamento Pós-Colonial e Decolonial" (Sales & Cabrera, 2020), onde comentamos a obra dos artistas Yonamine, Grada Kilomba, Jota Mombaça e Daniela Ortiz. No texto citado, trabalhamos a problemática da discussão em torno do surgimento de um campo de pensamento denominado "pós-colonial", bem como um projeto decolonial e a maneira como se configuram no espaço ibero-americano práticas poéticas interessadas na discussão em torno do legado colonial. A partir de uma abordagem histórica, neste artigo, tentamos perceber a forma como os estudos pós-coloniais produzem influência no Brasil, assim como o giro e o pensamento decolonial que se consolida na América Latina, a fim de compreender as formas de produzir respostas do campo da arte brasileira para questões que envolvem a descolonização. Nos estudos pós-coloniais e também no projeto decolonial, a descolonização da arte está relacionada com o questionamento da matriz de pensamento eurocêntrico a partir de seus esquemas de representação de mundo racializados e subalternizados, e também está profundamente relacionada com o caráter performativo daquele ou daquela que narra. Ou seja, a descolonização da arte e do pensamento, assim como dos modos de ser e de estar no mundo não estão dissociados do aparecimento de artistas, escritores e intelectuais que disputam o direito de autorepresentação, de auto-apresentação e de criação de narrativas e imagens não coloniais ou completamente fora do imaginário e da cosmovisão euro-centrada. No texto que agora se apresenta, firmamos um interesse aprofundado no contexto brasileiro, apropriando-nos da discussão importante em torno da constituição de um campo de pensamento decolonial, analisando a obra de artistas brasileiros contemporâneos como Jota Mombaça, Juliana Notari, Michelle Mattiuzzi e Paulo Nazareth

Urban Development and Societal Issues

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    Open Access•Kidauane Regina Alves, Marina Souza Lobo Guzzo•ARJ – Art Research Journal /…•2022

  • Fiçcão visionária e anticolonialidade no filme "o que não tem espaço está em todo lugar", de Jota Mombaça

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  • A Ambivalência Colonial nas Imagens em Movimento Contemporâneas

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  • The black Atlantic

    Paul Gilroy•The black Atlantic•1993

  • Experiência Estética E Antropoceno

    Marina Souza Lobo Guzzo, Renzo Taddei•DESIGUALDADE E DIVERSIDADE•2019

  • A topologia do Ser e a geopolítica do conhecimento. Modernidade, império e colonialidade1

    Open Access•N Maldonado-Torres•Revista crítica de ciências…•2008

  • América Latina e o giro decolonial

    Open Access•Luciana Ballestrin•Revista Brasileira de Ciência…•2013

  • Ler a arte como confronto

    Open Access•Denise Ferreira Da Silva•Logos (Lithuania•2021

  • Colonialidade

    Open Access•Walter D Mignolo•Revista Brasileira de Ciências…•2017

Unique citing works3
Citations per year0,75
Citation span2022 - 2023 (2)
Citation velocityhistorical
Highly citedNo
Citation typesNeutral: 3

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