Perfil dos usuários de Caps-AD III
Bibliographic Data
| ID | 5824026 |
|---|---|
| Authors | Ramaile Tomé Santana (Universidade Federal de Pelotas), Nathali Carmel Weiler Miralles (Universidade Federal de Pelotas), Jéssica Alves (0000-0001-6443-2732, Universidade Federal de Pelotas), Jéssica Freitas Alves (Universidade Federal de Pelotas), Vanessa Ávila Santos (Universidade Federal de Pelotas), Ubirajara Vinholes (Universidade Federal de Pelotas), Diego Soares Da Silveira (0000-0002-6003-315X, Universidade Federal de Pelotas), Denise Silva Silveira (Universidade Federal de Pelotas) |
| Year | 2020 |
| Volume | 3 |
| Issue | 1 |
| Pages | 1343-1357 |
| Publication date | 2020-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Brazilian Journal of Health Review (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2595-6825 |
| Publisher | Brazilian Journal of Development (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.34119/bjhrv3n1-103 |
| OpenAlex | W3009588358 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
Objetivo: Conhecer o perfil epidemiológico dos usuários de um Centro de Atenção Psicossocial modalidade Álcool e Drogas (CAPS-AD), tipo III.Métodos: Estudo transversal descritivo baseado em serviço de saúde, utilizando-se os dados dos prontuários dos pacientes para análise das variáveis: sexo, idade, escolaridade, procedência do encaminhamento, uso de psicofármaco e diagnóstico principal no ingresso, abandono do tratamento após primeira consulta e reacolhimento.Resultados: Foram consultados 1.411 prontuários, nos quais 79,7% eram do sexo masculino e 27,3% tinham entre 30 e 39 anos de idade.A escolaridade não constava em 34,5% dos prontuários e, considerando os dados válidos, 55,4% possuíam ensino fundamental incompleto.Quanto ao encaminhamento, 30,2% dos casos foram referenciados ao CAPS-AD III por hospital psiquiátrico e 26,0% ingressaram por demanda espontânea.Mais da metade não fazia uso de psicofármacos e, relativo ao diagnóstico principal, predominaram a dependência a múltiplas drogas e a dependência ao álcool.Encontrou-se uma taxa de abandono ao tratamento de 77,8% e, destes, 50,7% foram reacolhidos.Na análise bruta houve associação estatisticamente significativa entre abandono ao tratamento e reacolhimento com idade, procedência do encaminhamento, uso de psicofármaco e doença que motivou o tratamento.Conclusão: Destaca-se a taxa elevada de abandono ao tratamento, em especial entre os mais jovens, que não chegaram ao serviço por demanda espontânea, não usavam psicotrópicos na admissão e apresentavam dependência à múltiplas drogas, ao álcool ou ao crack/cocaína, apesar de ocorrerem reacolhimentos
| Citations per year | 0.33 |
|---|---|
| Citation span | 2023 - 2023 (1) |
| Highly cited | No |