Identidade e memória em Os rios profundos, de José Maria Arguedas
Bibliographic Data
| ID | 5840581 |
|---|---|
| Authors | Flávio Reginaldo Pimentel (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Elizabeth Cardoso (0000-0002-8349-1620, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) |
| Year | 2021 |
| Volume | 2 |
| Issue | 56 |
| Pages | 52-52 |
| Publication date | 2021-05-06 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | MOARA – Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Letras ISSN 0104-0944 (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-0944 • E-ISSN: 2358-0658 |
| Publisher | Universidade Federal do Para (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.18542/moara.v2i56.10476 |
| OpenAlex | W3161614649 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
Este trabalho estabelece uma inter-relação da identidade cultural com a memória do personagem Ernesto, no romance Os rios profundos (1958), do escritor peruano José María Arguedas. O objetivo é traçar uma reflexão teórica, e para tanto mapear e compreender como tais conceitos (identidade cultural e memória) estão presentes na narrativa arguediana a partir do discurso memorialístico do narrador-personagem, considerando o tempo e o espaço ficcional. Ernesto passa por um processo de profundas e significativas mudanças, o qual é atravessado por devires que o deslocam de sua territorialidade, fazendo com que passe por um processo de múltiplos movimentos. A identidade do personagem vive em um terreno movediço composto por sua condição mestiça, híbrida, heterogênea. Abre-se um diálogo entre a literatura, a crítica literária, a filosofia e a sociologia apoiado em Bergson (1999), Canclini (2008), Candido (2002), Cornejo Polar (2000, 2003), Hall (2006), Glissant (2005), Ricoeur (2007), Paz (1981, 1989
Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |