Sertão colonial
Expedições amazônicas e o comércio de escravos indígenas (tradução de Márcio Meira e Raduan Van Velthem)
Bibliographic Data
| ID | 5841571 |
|---|---|
| Authors | Bárbara Sommer (Gettysburg College, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 10 |
| Issue | 1 |
| Pages | 149-171 |
| Publication date | 2024-01-16 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2359-0831 • E-ISSN: 2359-0831 |
| Publisher | Galoa Events Proceedings (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17648/ihgp.v10i1.59 |
| OpenAlex | W4391452240 |
| Language | PT |
Depois de expulsar seus rivais europeus da Amazônia no início do século XVII, os portugueses começaram a explorar os principais ativos da vasta bacia - os habitantes indígenas. Como aliados, convertidos e escravos, a população nativa fornecia a mão-de-obra e grande parte do tecido social da colônia em desenvolvimento. Enquanto uma variedade de expedições de canoas se aventurava cada vez mais rio acima e seus afluentes em busca de ouro indescritível, colhendo produtos florestais e expandindo o domínio da coroa, prosperidade e poder para os líderes e patrocinadores dessas incursões derivavam principalmente da carga humana trazida rio abaixo para missões, fortes e outros assentamentos. Como resultado, as autoridades da coroa e das colônias tentaram regular e controlar as expedições, e uma competição acirrada se desenvolveu entre instituições e indivíduos envolvidos no processo. Documentos em arquivos portugueses e brasileiros revelam o papel fundamental desempenhado pelos próprios índios em colaboração com os intermediários transculturais pouco estudados, conhecidos como cunhamenas
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |