O Império Colonial Português E a Inculcação De Estereótipos Desde a Tenra Idade Escolar
Bibliographic Data
| ID | 5867942 |
|---|---|
| Authors | Dinis Fernando Da Costa (0000-0002-6738-6337, Universidade do Namibe., Angola, corresponding author) |
| Year | 2025 |
| Volume | 41 |
| Publication date | 2025-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Educação em Revista (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-4698 • E-ISSN: 1982-6621 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0102-469854585 |
| OpenAlex | W4415369509 |
| SciELO | S0102-46982025000100418 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
O regime colonial português utilizou livros escolares e outros meios educativos para divulgar as suas ideologias de supremacia branca. Isto foi promulgado para melhor subjugar os colonizados nas suas chamadas "províncias ultramarinas" africanas. Este artigo tenta estabelecer que a maior parte do extrato social nativo dos países lusófonos em África, particularmente Angola e Guiné Bissau, no período colonial, estava enraizado em estereótipos sistemáticos. Isto foi conseguido através da utilização de livros didáticos no Estado Novo para inculcar valores e a cultura de subserviência às crianças indígenas desde a mais tenra idade escolar. O estudo emprega a Abordagem Histórico-Discursiva (DHA, sigla em inglês) para analisar os dados. Os resultados demonstram que os povos indígenas angolanos e guineenses, enquanto humanos, na sua essência, estavam aptos apenas para o trabalho manual, como é patente nos manuais escolares analisados, desvalorizando estes grupos culturais representados como inexperientes e, por isso, indignos, em certa medida, de realizar os chamados "trabalhos intelectuais". Os brancos, por outro lado, são legitimamente mostrados como superiores e que tinham o direito de escravizar os inferiores
Educational Practices and Policies · History of Education Research in Brazil · Science and Education Research
| Highly cited | No |
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