Adaptação transcultural e validação do questionário sobre afetividade com relação e em decorrência de erros em Matemática para o contexto brasileiro
Bibliographic Data
| ID | 5919786 |
|---|---|
| Authors | Esdriane Cabral Viana (0000-0002-9585-0424, Instituto Federal da Bahia), Ricardo José Rocha Amorim (0000-0001-9527-2751, Universidade do Estado da Bahia), Dinani Gomes Amorim (0000-0002-0399-3621, Universidade do Estado da Bahia) |
| Year | 2025 |
| Volume | 20 |
| Issue | 41 |
| Pages | 1-35 |
| Publication date | 2025-04-09 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Pós-Graduação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1806-8405 • E-ISSN: 2358-2332 |
| Publisher | CAPES (PUBLISHER) |
| DOI | 10.21713/rbpg.v20i41.2272 |
| OpenAlex | W4409503338 |
| Language | PT |
Este artigo tem o propósito de descrever os procedimentos de adaptação transcultural do questionário sobre afetividade com relação e em decorrência de erros em matemática para o português brasileiro e realizar sua validação. Foram realizadas seis etapas para assegurar a qualidade do procedimento: 1) tradução do instrumento do idioma de origem para o idioma-alvo; 2) síntese das versões traduzidas; 3) avaliação por juízes experts; 4) avaliação pelo público-alvo; 5) tradução reversa; e 6) estudo piloto. Buscou-se assegurar a qualidade da tradução e da adaptação do questionário de Afetividade com Relação ao Erro e em Decorrência de Erros em Matemática no que se refere à equivalência semântica, idiomática, experiencial e conceitual entre os itens originais e traduzidos. Na etapa de validação o instrumento foi aplicado para 440 estudantes pertencentes a três instituições de ensino localizadas na cidade de Paulo Afonso, estado da Bahia, mas que atende alunos da região circunvizinha e pertencente a cursos diversos. Para participar da pesquisa, o aluno já deveria ter concluído toda a matemática do Ensino Médio e estar em sala de aula no Ensino Médio Integrado, Técnico ou Superior. Os resultados indicaram que o questionário apresentou boas propriedades psicométricas e satisfatórias evidências de validade e fidedignidade, configurando-se como um instrumento útil. A análise fatorial comprova sua validade com cinco fatores relativos ao erro: 1) emoções e afetos negativos por cometer erros; 2) condutas favoráveis para os erros como ferramenta de aprendizagem; 3) má concepção da utilidade do erro; 4) crenças e emoções negativas para a matemática por meio do erro; 5) crença de que se pode aprender matemática por meio do erro, de que o erro é ferramenta de aprendizagem
Humanities · Cognitive and developmental aspects of mathematical skills · Mathematics Education and Teaching Techniques · Philosophy · Psychology
| Highly cited | No |
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