Vergonha
Acrescentando um pouco de Tempero
Bibliographic Data
| ID | 5926258 |
|---|---|
| Authors | Polyana Barbosa Schimith (0000-0003-4911-3770, Universidade Federal de Pelotas), Polyana Schimith, Alberto Murta, Alberto G Murta (Sociedade Brasileira de Psicologia), Sávio Silveira De Queiroz (0000-0002-5264-0945, Centro de Estudos em Psicologia da Saúde) |
| Year | 2015 |
| Volume | 15 |
| Issue | 1 |
| Pages | 17-23 |
| Publication date | 2015-04-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Subjetividades (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-1024 • E-ISSN: 2359-0777 |
| Publisher | Fundacao Edson Queiroz (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5020/23590777.15.1.17-23 |
| OpenAlex | W2344234396 |
| Language | EN |
O objetivo deste artigo é investigar, à luz do Seminário, livro 17: O avesso da psicanálise, de Jacques Lacan, o estatuto da vergonha na contemporaneidade. O conceito lacaniano de vergonha indica que esse sentimento tem uma relação intrínseca com significante-mestre. Lacan mostra que o sentimento de vergonha está desaparecendo. Essa afirmação nos intrigou e nos fez questionar o que está causando a ausência da vergonha em nossa sociedade. Observamos que houve uma mudança sociedade: o gozo que antes deveria ser encoberto com o véu da vergonha passou a ser escancarado e desavergonhado. Paralelamente, ocorre uma mudança no estatuto do superego, que agora pode ser lido como portador do imperativo de gozo. Mesmo afirmando a ausência da vergonha, Lacan não deixa de apontar que esse é um sentimento importante para a sociedade, bem como para a experiência de análise, pois nos ajuda a lembrar que temos um significante-mestre de onde provém o gozo. Lacan sugere que, durante uma análise, é desejável reconfigurar a vergonha de outra forma
| Highly cited | No |
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