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O Uso Do Material Genético Descartado Como Violação Ao Fair Play No Processo Penal

Bibliographic Data

ID6165441
AuthorsIrene Portella, Fábio André Guaragni (0000-0002-8892-1140), Guilherme Ramos Justus
Year2019
Volume2
Issue23
Pages148-148
Publication date2019-04-19
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRelações Internacionais no Mundo Atual (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2316-2880 • E-ISSN: 2316-2880
PublisherConselho Nacional de Pesquisa e Pos-Graduacao em Direito - CONPEDI (PUBLISHER)
DOI10.21902/revrima.v2i26.3893
OpenAlexW3019169041
LanguagePT

O direito a não autoincriminação é um preceito muito caro do processo penal constitucional. Porém, casos em que tal garantia individual entra em conflito com interesses de cunho público têm desnivelado o jogo processual em favor do órgão acusador. O entendimento de que material genético extraído de forma não invasiva, de um tecido descartado, mesmo com a expressa negativa do titular renova o debate a respeito da real característica do sistema penal. Considerar como lícita a prova colhida nesses termos é uma mácula ao fair play processual, ou seja, uma fraude no resultado do jogo. Assim, com o objetivo do artigo é demonstrar como a equivocada sobreposição de princípios relacionados ao processo pode acarretar em uma decisão previsível dopada. Palavras-chave: Teoria dos jogos, processo penal, garantias individuai

Humanities · Political science · Brazilian Legal Issues · Philosophy

Highly citedNo

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